Eunucos: Ora, bolas! (Parte 2)
30 de Junho/Quarta Feira

por Eliza Muto e Roberto Navarro

Mil e uma noites

“A imagem que fazemos dos eunucos dos reinos muçulmanos é a daqueles escravos negros prostrados nas portas dos haréns, mas no Império Otomano, desde o século 7, eles exerceram todo tipo de função, desde zeladores de mesquitas até administradores e professores”, diz o historiador David Ayalon, autor de Eunuchs, Caliphs and Sultans: A Study of Power Relationships (“Eunucos, Califas e Sultões: Um Estudo de Relações de Poder”, sem versão em português). Segundo ele, os escravos vindos da Europa oriental, da Ásia e, principalmente, da África eram castrados em território não islâmico, na crença de que isso mantinha a terra muçulmana pura. Para efetuar o trabalho, alguns centros especializados em castração foram criados nas fronteiras do território otomano. Especializados, nesse caso, é maneira de dizer, já que não passavam de locais improvisados, onde os próprios comerciantes de escravos, ou às vezes seus captores, faziam a cirurgia, que podia até variar de método, mas era sempre dolorosa e potencialmente mortal. Em alguns lugares, o procedimento consistia em abrir o escroto com uma lâmina e apenas retirar os testículos. Noutros, tudo era retirado. Poucos dias depois, os escravos eram entregues a seus novos donos: os sultões.

Geralmente, os escravos vindos do norte da África tinham o pênis inteiro retirado. O que, na hierarquia do harém, acabava sendo um privilégio, já que só os eunucos nessa condição podiam atuar como guardiões do leito e ficar longe do trabalho pesado. Eram eles que levavam a concubina aos aposentos do sultão e os únicos homens que podiam entrar no harém no caso de emergência. “Os mais antigos chegavam a atingir o posto de kizlar agha, uma espécie de terceiro homem do império – abaixo apenas do sultão e do califa –, exercendo grande poder político na corte”, diz Ayalon.

Família soprano

No Ocidente, os eunucos mais famosos, ricos e poderosos foram os castrati, cantores que brilharam nas cortes européias dos séculos 17 e 18. Recrutados entre filhos de camponeses e artesãos ou em orfanatos, eles eram castrados na infância para manter intactos seus timbres agudos de voz e passavam a viver sob a proteção da nobreza e do clero. “Os sopranos masculinos eram as estrelas do canto barroco e das óperas”, diz o historiador Patrick Barbier, autor de História dos Castrati. Segundo ele, os eunucos-cantores ganharam os palcos europeus, tendo à sua volta um séquito de reis, papas, nobres e artistas. Mozart, por exemplo, utilizou a voz cristalina desses cantores para interpretar suas criações, até que se cansou das exigências de algumas estrelas, como Farinelli. Considerado o maior entre todos os cantores castrados, ele se tornou amigo próximo do rei Filipe V, da Espanha, onde chegou a exercer funções políticas nada desprezíveis.

Uma especificidade dos castrati era que deles somente os testículos eram extirpados pelo médico ou barbeiro, que na época eram a mesma pessoa. Segundo Barbier, a maioria podia inclusive ter relações sexuais mais ou menos normais, já que a castração não impedia a ereção nem a emissão de esperma. Nesse caso, a mais afetada (sem trocadilhos) era a aparência. Castrados muito jovens desenvolviam uma estrutura muscular próxima da feminina, com depósitos de gordura nos quadris, coxas e pescoço e ausência de pêlos. Outro problema era o interesse sexual. Sem a testosterona produzida pelos testículos, era difícil ter algum apetite pelo assunto. Apesar disso, alguns ficaram mais famosos pelas estripulias sexuais do que por sua voz e viraram ídolos das mulheres, que protagonizavam cenas de histeria dignas das fãs de Michael Jackson. Um deles, Rauzzini, chegou a posar para grandes artistas da época e virou uma espécie de cantor-modelo-manequim do século 18, mais conhecido pela beleza do que pela voz.

No fim do século 18, no entanto, a Igreja, acuada com a questão moral da castração, começou a reagir, condenando, ainda que de maneira velada, a mutilação dos jovens. E a Europa também já mostrava sinais de indignação com a prática, particularmente os filósofos do Iluminismo. Jean-Jacques Rousseau se levantou contra os “pais bárbaros” que “entregam os filhos para o prazer de gente voluptuosa e cruel.” Por fim, em 1902, o papa Leão XIII proibiu a utilização de castrati na música sacra. E, aos poucos, os eunucos-cantores foram desaparecendo.

Fonte: http://historia.abril.com.br/

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Eunucos: Ora, bolas! (Parte 1)
30 de Junho/Quarta Feira

por Eliza Muto e Roberto Navarro

Atualmente parece loucura, mas tornar-se eunuco, ou seja, castrar-se parcial ou totalmente, já foi um meio de vida, uma profissão. A tradição de contratar homens castrados nos palácios e haréns vem do mundo antigo, mas atravessou o tempo e o espaço, passou por Roma e Grécia, pelos fenícios do norte da África e chegou à Europa do século 20. Em nenhum lugar, porém, a presença dos eunucos foi mais marcante quanto na China imperial. Um velho ditado diz que lá só havia uma coisa pior do que nascer mulher – era virar eunuco. Pu Yi (1906-1967), o último imperador, registrou em seu diário que espancá-los fazia parte da rotina e que, para espantar o tédio, atirava neles com sua espingarda de chumbinho.

Mas nem sempre foi assim. Os eunucos apareceram por volta de 1050 a.C., durante a dinastia Chou – que, segundo a tradição, teria durado de 1122 a.C. a 255 a.C. –, quando a castração foi incluída nos códigos legais chineses como forma de punição. Além de castrados, os condenados eram obrigados a trabalhar de graça abrindo estradas, construindo pontes e servindo aos nobres. Essa tradição atravessou os séculos e, embora em sua maioria os castrados fossem analfabetos e trabalhassem em serviços braçais, com o tempo passaram a controlar a burocracia, fazendo fortuna e conseguindo prestígio e poder. “Em pelo menos três dinastias, os eunucos governaram de fato a China, tamanha sua influência”, diz o historiador japonês Taisuke Mitamura, da Universidade de Kioto. “Dos nove imperadores que reinaram durante os últimos 100 anos da dinastia Tang (de 618 a 907), sete chegaram ao trono por meio de conspirações de eunucos da corte, e os outros dois foram assassinados por eles, depois de contrariar seus interesses.”

Foi na dinastia Ming, que coincide com o apogeu do poder imperial na China, que a demanda por eunucos cresceu. Os Ming expandiram a grande muralha, estabeleceram um reinado estável e construíram em Pequim o complexo de palácios conhecido como Cidade Proibida, centro de seu império, que estendeu-se ao norte pela Coréia e Mongólia, e ao sul até o atual Vietnã.

Nessa época, as normas do palácio real proibiam a presença de homens não castrados nos aposentos das esposas e concubinas imperiais. Ao escurecer, todos os homens deviam deixar a Cidade Proibida, onde só permaneciam o imperador, suas esposas e concubinas, e os eunucos. Além de pajear o mulherio, eles eram também os serviçais pessoais do imperador, encarregados de banhá-lo, vesti-lo, trazer o penico para que ele pudesse se aliviar, limpar seu traseiro, cozinhar, servir as refeições, transportá-lo no colo ou em palanquins e providenciar-lhe entretenimento. Alguns eram ordenados sacerdotes para atender às necessidades espirituais do harém.

A castração voluntária era uma forma de escapar da miséria e os filhos de camponeses davam-se ao sacrifício em nome da família. Numa campanha de recrutamento de 1540, para 3 mil vagas surgiram 20 mil candidatos. “Mas havia eunucos e eunucos. E, se havia aqueles que desempenhavam funções indesejáveis, como a de carrasco, havia servidores públicos graduados, responsáveis, entre outras coisas, pela coleta de impostos”, diz Mitamura. Jovens de famílias ricas também se interessavam pelo posto, de olho em cargos de prestígio, como administradores, diplomatas e comandantes militares. Chuo Chung Chi, um cronista (e eunuco) que viveu no fim da dinastia Ming, relata que os castrados monopolizavam os projetos de construção por todo o país, incluindo as obras na casa do próprio imperador. Com tanta demanda, o recrutamento atraía multidões. Em um deles, em 1580, foram admitidos 70 mil eunucos. Na época, o harém real tinha 9 mil mulheres e 100 mil castrados trabalhavam lá.

Embora nunca mais o número de eunucos viesse a ser tão grande, eles permanecer na dinastia Ching (1644 a 1911) como funcionários influentes e ricos. “Não há o que fazer na China sem uma autorização ou indicação de nobres eunucos”, escreveu George C. Stent, acadêmico inglês que viveu em Pequim durante o século 19. Stent foi o primeiro a descrever em detalhes os procedimentos cirúrgicos da castração. No livro Essay (“Ensaio”, inédito em português), de 1877, ele conta que a castração era realizada por especialistas “licenciados pelo governo, organizados numa profissão hereditária”. Segundo ele, a cirurgia custava 6 taéis (pouco mais de 80 dólares em valores atuais) e os consultórios ficavam em cabanas nas imediações do portão ocidental da Cidade Proibida.

O castrado era obrigado a andar por duas horas para evitar coágulos e proibido de beber líquidos por três dias, para não urinar. “Os cirurgiões eram tão habilidosos que apenas 5% dos pacientes morriam”, diz o historiador americano Edward Behr, autor do livro O Último Imperador.

Depois de removidos, os genitais eram submetidos a um tratamento para preservá-los em salmoura – como se fossem pepinos em conserva –, eram colocados numa vasilha e devolvidos ao dono, que precisava apresentá-los aos superiores no palácio, comprovando a castração. A vasilha com a genitália podia ser solicitada durante uma inspeção, ou sempre que o funcionário fosse promovido. Esta exigência gerou um mercado paralelo de genitais removidos. Em caso de perda ou furto – não era raro um eunuco roubar e destruir o “precioso” do rival, para impedir o avanço de sua carreira – era preciso substituí-lo, pedindo emprestado a outro eunuco ou recorrendo a cirurgiões inescrupulosos que coletavam genitais extirpados para alugá-los ou vendê-los a preços que podiam chegar a 50 taéis.

Em 1911, a revolução republicana forçou a abdicação de Pu Yi. Embora tenham eliminado as instituições do antigo regime, os novos governantes permitiram que o imperador continuasse vivendo na Cidade Proibida com os eunucos. Em 1949, quando os comunistas tomaram o poder, os castrados viraram símbolo da decadência e foram isolados em asilos. O último eunuco chinês morreu em1996, pouco antes de completar 94 anos de idade, num templo em Pequim, onde vivia.

Fonte: http://historia.abril.com.br

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Quem só Tem Boca, Volta pra Roma!
30 de Junho/Quarta Feira



Fonte: http://jasielbotelho.blogspot.com



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Stephen Baldwin fala de sua conversão
29 de Junho/Terça Feira

Stephen Baldwin fala de como uma simples faxineira pode aproximá-los de Jesus e do evangelho, em um lindo testemunho de conversão ao Senhor.

Felizmente, apesar do aparente caos evangélico que afeta tanto igrejas como crentes particulares, podemos ver que ainda há anônimos e famosos comprometidos com o evangelho.

Lembrando que a igreja foi fundada pelo designo divino e seu triunfo foi predito por Jesus: "As portas do Hades não prevalecerão contra minha igreja". Assim sendo, declaro-me entusiasta do evangelho e da vitória final da igreja.

Tempos de crise, segundo a história eclesiástica, abrem as portas para grandes avivamentos.

Assista o vídeo e seja contagiado pela ousadia desta missionária anônima:



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Meus inimigos estão na TV. Teologia eu quero uma pra viver!
28 de Junho/Segunda Feira

Geração 80:
Cazuza, em uma de suas músicas, anunciou como um grito o que os jovens estavam passando na década de 80: “Meus heróis morreram de overdose, os meus inimigos estão no poder. Ideologia eu quero uma pra viver”.

Uma geração que sonhava muito com a liberdade que a ditadura abafou em seus corações. Focaram seus esforços, talentos e estudos na busca de uma ideologia que prometia uma vida mais livre!

Mas a queda da ditadura e a “liberdade” tão pregada por eles não foi um mar de rosas como se esperava . Os heróis, personalizados nos cantores e suas bandas, estavam se lixando com tudo e todos e alguns acabaram morrendo de overdose ou AIDS.Os grandes acordos políticos foram feitos e os mesmos políticos continuaram no poder transformando a liberdade democrática em mais uma bandeira publicitária focada em seus próprios interesses.

No fim da década de 80 aquele menino que ia mudar o mundo não tinha muito mais para onde ir, nem o que lutar contra, pois, teoricamente, já tinham conquistado o que procuravam. Mas a angústia ainda estava nos corações daqueles jovens, como se não tivessem encontrado o que realmente procuravam.

Geração 2010:
Sinto que nós jovens evangélicos chegamos, depois de 20 anos, na mesma situação e, parafraseando o grande poeta: Meus heróis morreram de overEgo, os meus inimigos estão na TV. Teologia eu quero uma pra viver!

Sou de uma geração que sonhou com um evangelho mais jovem e contextualizado, com evangélicos se destacando na sociedade. Focamos nossos esforços, talentos e estudos na busca de uma teologia que prometia uma vida mais livre!

Mas hoje olho para os meus heróis morrendo de OverEgo, onde tudo gira em torno deles, líderes religiosos que se acham a voz de Deus aqui na terra e estão se lixando com tudo e todos.

Vejo eventos e congressos onde estes meus heróis, preletores, chegam, dão suas palestras e saem antes mesmo de acabar a reunião. Não os conheço, nem sei como são pessoalmente, se tornaram só boas idéias. São líderes gnósticos que não se encarnaram em nosso meio, mas que possuem um conhecimento mais profundo da bíblia. O pior é ver que a cada dia estou me tornando a imagem e semelhança deles. Estou destinado a morrer de overego.

A angústia de toda vez que me declaro evangélico ser relacionado com os pregadores da TV brasileira me irrita. Percebo que os meus inimigos estão na TV. Pois sou confundido com o que mais tenho repúdio.

E a notícia que seremos 50% da população, em breve no Brasil, deixa aquele menino que ia mudar o mundo com uma sensação de não ter mais para onde ir, nem contra o que lutar, e que agora assiste tudo em cima do muro. Mas a angústia ainda está no meu coração, como se eu não tivesse encontrado o que realmente procuro .

Um grito em minha alma ainda me perturba, repetindo a frase que ouvi da música do U2 “But I still haven't found what I'm looking for”.

Autor: Marcos Botelho

Fonte: http://marcosbotelhodojv.blogspot.com



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O mito do sexo seguro
28 de Junho/Segunda Feira

Moralista! Eis ofensa pior do que xingar a mãe. Desde 3 décadas atrás, ser classificado de moralista, em especial em assuntos sexuais, é ser atingido pela vergonha. O sexo virou tabu - não porque não se possa falar nele, nem porque não se possa praticá-lo nas modalidades que fogem às mais ortodoxas, mas, ao contrário, porque é imprescindível falar nele, alardeá-lo o mais possível, escancará-lo no cinema, nas letras de música, nas revistas e na TV, e incentivar a sua prática seja em que modalidade for, homo ou hetero, sozinho ou acompanhado - é tudo normal, normalíssimo, é o que reza a cartilha do nosso tempo; tempos pós-modernos. Sexo virou tabu ao contrário. É proibido proibir. Tentar conter seus impulsos é coisa de velho, atrasado, "careta". É repressão. É censura.

No dia 13 de junho a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) divulgou nota oficial condenando o uso do preservativo nas relações sexuais. De acordo com o documento, a camisinha é responsável por "uma vida sexual desordenada". Nota esta, que provocou um protesto, em vários segmentos da sociedade, inclusive do Ministério da Saúde. Mas será que a CNBB está de toda errada ?

Muitas vozes na sociedade estão dizendo que a única maneira de evitar a contaminação pelo vírus da AIDS é praticar o sexo seguro, e isto, segundo elas, só é possível com o uso da camisinha. Atualmente, "camisinhas" e o "sexo seguro" são expressões usadas quase como sinônimas. Advoga-se que seu uso tem contribuído para diminuir o número de contaminação pela doença, e isto, precisa ser questionado, pois as estatísticas não expressam esta declaração. Neste artigo, embora correndo o risco de ser rotulado de moralista, ou preconceituoso, quero defender uma maneira de se fazer sexo 100% seguro. Diferentemente desta defendida por estas vozes.

Quero e preciso defender uma estratégia que seja realmente eficiente, pois entendo que, mesmo que as camisinhas venham a reduzir o risco de contaminação com a AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis , as mesmas não podem impedi-las.

Em nota oficial do Ministério da Saúde, há a confirmação de uma margem, e segundo eles bem otimista, de apenas 05 % de insegurança, e que o Ministério da saúde está conseguindo debelar a doença.. Eis a nota : "O Programa Nacional de Aids, vem debelando o avanço da epidemia no Brasil com campanhas maciças a favor do uso do preservativo, que comprovadamente oferece 95% de segurança contra a infecção pelo HIV".

Isto não é bem verdade. O Programa Nacional de Aids não está tendo o sucesso que diz Ter. Confira abaixo a realidade numa matéria de Eduardo Nunomura, falando sobre os órfãos da aids:

"Passadas quase duas décadas de doença, o Brasil enfdesamparados. Entre 1987 e 1999, 30.000 crianças de até 15 anos perderam a mãe para a síndrome, mostra um estudo do Ministério da Saúde. O cenário é ainda mais sombrio que o desvendado pelas estatísticas oficiais. O levantamento baseou-se nos registros de óbito por Aids das mulheres que tinham filhos. Ficaram de fora as crianças obrigadas a viver longe da família porque a mãe ou ambos os pais, doentes, não têm como cuidar delas. www.aids.com.br

Esse é um dos lados mais cruéis da mudança de perfil da síndrome. (veja boxe) Algumas crianças correm o risco da contaminação ainda no útero materno e todas vivem sob a ameaça de morte da mãe. Há no país cerca de 200.000 filhos de mulheres portadoras do HIV. Três em cada dez são crianças cujas mães já desenvolveram a doença".

Os números da ONU descrevem um futuro sombrio sobre o avanço da AIDS:

Com a divulgação, no final de junho, do relatório da ONU sobre a incidência de Aids no mundo, um pessimismo fundamentado tomou conta da comunidade médica mundial. A despeito dos avanços científicos, com a criação de drogas potentes, o número de doentes cresce assustadoramente. Hoje, 30,6 milhões de pessoas vivem com o vírus HIV. Cerca de 6 milhões de homens, mulheres e crianças foram infectados apenas no ano passado - 16.000 novos casos por dia. E, em cada dez pacientes, nove estão em países pobres, sobretudo na África e na Ásia.

Em meio a tantas más notícias, a única boa é que , quando se faz uma prevenção eficiente, os índices de contaminação se estabilizam ou decaem drasticamente. No Brasil, desde 1995, contabilizam-se os mesmos 17.000 novos casos por ano. Na Europa Ocidental, entre 1995 e 1997, as notificações de novos casos caíram 38%. Passaram de 23.954 para 14.874. Desde os primórdios da epidemia alerta-se para a importância da prevenção.

A seguir, três respostas dadas pelo Ministério da Saúde , onde o mesmo declara que o uso da camisinha não garante 100% e segurança:

1 - Há risco da camisinha rasgar ou furar durante a relação?

Sim, se a camisinha não for colocada de maneira correta ela pode rasgar ou furar. O preservativo masculino é, até o momento, a única barreira comprovadamente eficaz contra a transmissão do HIV (vírus da imunodeficiência humana). Seu uso correto e consistente pode reduzir substancialmente o risco de transmissão do HIV e de outras DSTs (doenças sexualmente transmissíveis). O uso regular do preservativo leva ao aperfeiçoamento da técnica de utilização, reduzindo a frequência de ruptura e escape, aumentando, consequentemente, sua eficácia. Se ocorrer ruptura do preservativo durante relação sexual com portador do HIV, é possível haver transmissão do vírus.

2- O que fazer se a camisinha se romper?

Nesses casos, deve-se interromper a relação sexual, lavar os órgãos genitais e reiniciar a relação com um novo preservativo. Deve-se procurar fazer acompanhamento sorológico com aconselhamento. Como a única proteção eficaz contra a Aids é a camisinha, o consumidor deve ficar atento para comprar um produto que atenda a todas as normas do Regulamento Técnico de Qualidade (RTQ) brasileiro, que impõe limites mínimos aos fabricantes para garantia de uso seguro. Para saber se o produto atende a essas normas, basta procurar na embalagem do preservativo o símbolo de certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). Apenas as marcas de camisinha com esse selo passaram por testes que garantem um bom produto. É preciso atenção a esse detalhe, e também quanto ao prazo de validade do preservativo (também encontrado na embalagem) e se utilizar lubrificante, somente os que são a base de água. Os preservativos podem ser adquiridos gratuitamente em serviços de saúde com autorização para distribuição, comprados em farmácias ou supermercados.
http://www2.uol.com.br/veja/090200/p-064.html http://www.fundathos.org.br/radcal/radcal_06/sexo.htm

3 - A camisinha protege as pessoas cem por cento contra a Aids?

O método de uso do preservativo como estratégia de prevenção - de qualquer agravo à saúde, mesmo quando uma vacina é disponível - pode ser considerada cem por cento segura. O uso de preservativo é a melhor medida de combate à disseminação do HIV e de outras doenças sexualmente transmissíveis. Vale insistir que, entre inúmeros estudos sobre a eficácia do preservativo, o mais pessimista aponta para uma eficácia mediana de 70% em situações corriqueiras, incluindo, desse modo, até casos de uso incorreto do preservativo."

Embora o uso da camisinha seja melhor que a falta de seu uso, ninguém deveria considerá-la absolutamente segura. Na nota acima, o próprio Ministério da Saúde admite falhas. A verdade é que a camisinha não é uma solução apropriada para se proteger contra a epidemia da AIDS. Antes, é uma estratégia provisória e de arranjo.

Entendemos que não é mediante o uso de um preservativo, mas ensinando aos jovens, aos adolescentes e á população a integridade sexual e como usar este presente da sexualidade humana, conforme ensinado nas Sagradas Escrituras.

Somos a favor do uso do preservativo, desde que usada no contexto do casamento como um meio de controle de natalidade, ou para evitar doenças sexualmente transmissíveis, ou outro tipo de doenças, tais como Hepatite "C", etc...Mas, precisamos nos posicionar contra, se a mesma for utilizada para a prática sexual fora do casamento, isto porque somos contra, não á camisinha, mas á fornicação, ao adultério, á imoralidade, á prostituição, etc. Somos contra, não á camisinha, mas ao sexo desordenado que "indiretamente" está sendo incentivado pelas campanhas de prevenção á AIDS.

No Brasil, país de sol tropical e do Carnaval, é onde à ardência da carne corresponde a uma filosofia humanista do deixa estar, deixa fazer. Somos um dos campeões mundiais de prostituição infantil. Transformamo-nos numa das mecas do turismo sexual. Pois o sexo é o "deus" mais adorado em nossos dias. Somos um dos maiores, talvez o maior, exportadores mundiais de travestis. Ocupamos lugar de destaque nas estatísticas de incidência da Aids. As nossas crianças de hoje são erotizadas, e vemos isto em programas infantis na televisão. Faz anos que, consciente ou inconscientemente, algumas apresentadoras de programas infantis dão aulas de sedução. A Xuxa é a pioneira e merece ser considerada um símbolo da permissividade da televisão brasileira. Mas Xuxa existe em função de um contexto. O contexto é uma televisão sem freios, só comércio e busca de audiência, mais voltada para a formação de consumidores que de seres humanos.

A TV é uma vitrine. Mas há um contraste enorme entre a vitrine e a vida real. Neste país onde não se vê nada de mais em ensinar às crianças a dança da garrafa. Nas novelas, programas, filmes, onde o sexo é livre como o vento, natural como o ar que se respira, tudo é bonito e sempre acaba bem. Só que na vida real as mães adolescentes têm a saúde debilitada, abandonam a escola, geram bebês malformados, trazem um encargo a mais à família - quando há família - e agravam a própria pobreza. O cigarro já não lhe garante um vôo numa Asa Delta ou uma corrida de Jet Ski, mas um câncer na boca ou nos pulmões. Na vitrine, a bebida lhe dá o sonho de Ter uma garota sensual e rica ao seu lado, mas a realidade é um pesadelo; um casamento desfeito ou uma cirrose hepática, ou uma batida de carro e sem dinheiro para pagar o concerto e também sem aquela mulher bonita da tela.

E é dentro deste contexto que a única estratégia que se veicula hoje para combater a AIDS é: você pode fazer sexo com quantas pessoas quiser desde que use a camisinha.

Isto é permissividade sexual. Veja os resultados desta estratégia arranjada, que ainda pensa estar combatendo a AIDS adotando "indiretamente" a liberação sexual:

"No início da epidemia, a doença estava restrita a homossexuais e usuários de drogas injetáveis que compartilhavam seringas infectadas. No Brasil, em 1988, quase metade dos portadores de Aids eram gays e um em cinco era usuário de drogas. Nos últimos cinco anos, as relações heterossexuais passaram a ser a principal forma de transmissão da doença. O resultado é que aumentou dramaticamente o número de mulheres atingidas. Na década de 80, havia uma mulher contaminada para cada dezessete homens na mesma situação. Agora, a proporção é de uma para dois".

Dentro deste contexto, somos contra a camisinha pois trata-se de uma estratégia que apresenta vários problemas:

Um desses problemas é que o número de parceiros que alguém tenha realmente não importa, desde que use a camisinha. Perguntamos ao leitor: em se tratando de uma enfermidade fatal e transmissível como a AIDS, você poderia se dar ao luxo de fazer sexo com uma pessoa contaminada apenas usando a camisinha ? Seja honesto e responda.

Dizer a alguém que ela pode fazer sexo com uma pessoa portadora do vírus hiv e que ela estará segura desde que use a camisinha, é como dizer a um motorista que está dirigindo bêbado que use cinto de segurança. Perguntamos: Motorista e pedestres estarão seguros ?

O próprio Ministério da Saúde, conforme mostramos acima, em nota oficial declara que a segurança é de 95%Perguntamos ao leitor, se você soubesse que 05 % do vôos de uma determinada empresa de aviação está caindo , você tomaria um vôo desta empresa ou embarcaria numa que lhe garantisse 100 % de segurança?

"São só 5 % ! ". Alguém pode argumentar. Pode ser que aquele seu vôo não faz parte dos 5 %, mas, e se fizer ?

Um outro problema: nenhum médico de renome em qualquer parte do mundo teria contato sexual, sabedor do fato, com uma pessoa portadora do hiv, simplesmente porque está usando um preservativo supondo que isto a protegeria da AIDS.

Considere a ironia da situação: Se ambos os parceiros não estão contaminados, as camisinhas não desempenham qualquer papel no campo da prevenção. Mas se um dos parceiros está contaminado, nenhum médico encorajaria uma pessoa a fazer sexo com a outra pessoa infectada, meramente porque está usando camisinha. Você faria ?

Um terceiro problema: esta estratégia ao invés de resolver o problema da AIDS, está criando um outro problema - a promiscuidade sexual. Cada ano que passa, um número muito maior de adolescentes está engravidando e destruindo suas vidas. 700.000 adolescentes entre 10 e 19 anos deram à luz no ano passado em hospitais do SUS, segundo o Ministério da Saúde. Dessas, 32.000 tinham entre 10 e 14 anos. Não entram nesses totais as que recorreram a hospitais particulares ou clínicas clandestinas. O número de casos extraconjugais tem crescido e em conseqüência o aumento de separações, divórcios, filhos separados de seus pais, aumento da prática do aborto clandestino, a prostituição infantil, etc...

Hoje em dia, os jovens estão começando a ter relações sexuais cada vez mais cedo. Também pudera, viver em nossos dias é tropeçar em sexo em todos os lugares o tempo todo. Mensagens eróticas, ora refinadas, ora rombudas, escorrem dos outdoors, de cartazes nos muros, das telas de televisão, de filmes e de músicas, etc...A intimidade tornou-se uma mercadoria manipulada por artistas, símbolos sexuais e até por políticos.

A revista Veja, em sua edição 1620, de 20 de outubro de 1999, trás uma estatística do Ministério da saúde/Sebrap, onde aponta que a razão do aumento de gravidez de adolescentes deve-se á imaturidade e deles começarem a vida sexual cada vez mais cedo. A pedagoga Maria Alves de Toledo Bruns, autora do livro Adolescente e Paternidade, falando sobre a gravidez na adolescência, diz: "O jovem que faz isto perde grande parte da sua adolescência. É como se envelhecesse dez anos antes do previsto". Os efeitos para a gravidez precoce são devastadores, mas o adolescente no calor da hora, não tem maturidade suficiente para colocar a razão acima da emoção. O sexo ilícito é apresentado com charme no cinema, nos programas de televisão e nas revistas. Vamos nos acostumando e aceitando o sexo desordenado como parte da vida moderna. Mas é exatamente isto que as campanhas de prevenção de Aids incentiva.

Dizer para um adolescente que ele pode "transar" com quem quiser desde que se previna, distribuindo para eles camisinhas, é como distribuir entre eles, copos de água para apagarem um incêndio num prédio. Ou seja, distribuir camisinhas para os adolescentes e jovens e dizer a eles, façam sexo a vontade desde que usem o preservativo, é uma tremenda irresponsabilidade. Entender que esta estratégia é fazer sexo seguro, é o mesmo que colocar um revólver em suas mãos com apenas uma bala, girar o tambor, mandar que apontem para suas cabeças e que puxem o gatilho. Talvez a bala não saia no primeiro tiro, nem no segundo, quem sabe só vai sair no décimo segundo tiro. Sexo com camisinha é como brincar de roleta russa. Eles podem morrer neste jogo perigoso.

REDUÇÃO OU ELIMINAÇÃO DOS RISCOS ?

A estratégia precisa ser mudada. A solução não é a camisinha e nem a redução de parceiros. A filosofia de redução de riscos adotada pelo uso do preservativo aceita uma certa taxa de mortes, mas a filosofia de eliminação de riscos não aceita nenhuma taxa de morte. Temos a opção de escolher entre a redução do número de mortes pela contaminação do vírus ou a sua eliminação. Visto que somos nós e nossos filhos que estão correndo este risco, qual você acha ser a única escolha certa ? Redução ou eliminação ? Camisinha ou abstnência ?

O único meio 100 % seguro de se fazer sexo é aquele ensinado exatamente por quem fez o sexo: DEUS. O único meio 100% seguro de se fazer sexo é a abstinência até o casamento ou seguir um comportamento sexual monogâmico.

O QUE DEUS DIZ SOBRE O SEXO ? VEJA ALGUMAS RESPOSTAS :

1. O que Deus diz sobre a prática sexual antes do casamento ? I Tes 4:3-8

"Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição; que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra, não com o desejo de lascívia, como os gentios que não conhecem a Deus; e que, nesta matéria, ninguém ofenda nem defraude a seu irmão; porque o Senhor contra todas estas coisas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador, porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação.
Dessarte, quem rejeita estas coisas não rejeita o homem, e sim a Deus, que também vos dá o seu Espírito Santo."

2. O que Deus diz sobre a prática sexual extraconjugal (adultério) ? Pv 5: 1-11

"Filho meu, atende a minha sabedoria; à minha inteligência inclina os ouvidos para que conserves a discrição, e os teus lábios guardem o conhecimento; porque os lábios da mulher adúltera destilam favos de mel, e as suas palavras são mais suaves do que o azeite; mas o fim dela é amargoso como o absinto, agudo, como a espada de dois gumes.
Os seus pés descem à morte; os seus passos conduzem-na ao inferno.
Ela não pondera a vereda da vida; anda errante nos seus caminhos e não o sabe. Agora, pois, filho, dá-me ouvidos e não te desvies das palavras da minha boca. Afasta o teu caminho da mulher adúltera e não te aproximes da porta da sua casa; para que não dês a outrem a tua honra, nem os teus anos, a cruéis; para que dos teus bens não se fartem os estranhos, e o fruto do teu trabalho não entre em casa alheia; e gemas no fim de tua vida, quando se consumirem a tua carne e o teu corpo"

3. O que Deus diz sobre a prática homossexual ? Rm 1:18, 24-27;

"A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça;" v. 18
" Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si; pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!
Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro." Vv. 24-27

4. O que Deus diz sobre a prática sexual com animais ? Lv 18:23

"Nem te deitarás com animal, para te contaminares com ele, nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele; é confusão."

5. O que Deus diz sobre a permissividade sexual ? I Co 6:13,18-20)

"Não sabeis que os vossos corpos são membros de Cristo? E eu, porventura, tomaria os membros de Cristo e os faria membros de meretriz? Absolutamente, não. Ou não sabeis que o homem que se une à prostituta forma um só corpo com ela? Porque, como se diz, serão os dois uma só carne. Mas aquele que se une ao Senhor é um espírito com ele. Fugi da impureza. Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo.
Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?
Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo."

6. O que Deus diz sobre a prostituição ? Pv 7:6-23

"Porque da janela da minha casa, por minhas grades, olhando eu, vi entre os simples, descobri entre os jovens um que era carecente de juízo, que ia e vinha pela rua junto à esquina da mulher estranha e seguia o caminho da sua casa, à tarde do dia, no crepúsculo, na escuridão da noite, nas trevas.

Eis que a mulher lhe sai ao encontro, com vestes de prostituta e astuta de coração. É apaixonada e inquieta, cujos pés não param em casa; ora está nas ruas, ora, nas praças, espreitando por todos os cantos.

Aproximou-se dele, e o beijou, e de cara impudente lhe diz:
Sacrifícios pacíficos tinha eu de oferecer; paguei hoje os meus votos.
Por isso, saí ao teu encontro, a buscar-te, e te achei.
Já cobri de colchas a minha cama, de linho fino do Egito, de várias cores;
já perfumei o meu leito com mirra, aloés e cinamomo.
Vem, embriaguemo-nos com as delícias do amor, até pela manhã; gozemos amores.
Porque o meu marido não está em casa, saiu de viagem para longe.
Levou consigo um saquitel de dinheiro; só por volta da lua cheia ele tornará para casa.
Seduziu-o com as suas muitas palavras, com as lisonjas dos seus lábios o arrastou.
E ele num instante a segue, como o boi que vai ao matadouro; como o cervo que corre para a rede, até que a flecha lhe atravesse o coração; como a ave que se apressa para o laço, sem saber que isto lhe custará a vida"

Não estamos negando a sexualidade, pois esta faz parte dos desígnios de Deus para nós seres humanos, e não temos como colocar uma camisinha no coração. Apenas estamos dizendo que deve-se adiar sua prática para o momento certo. E adiamento não é a mesma coisa que negação. Não podemos negar nossa sexualidade. Ela faz parte da essência de nossa personalidade. Deus não fez nossos corpos para serem as prisões de nossas almas. Temos consciência disto. Não podemos negar nossos apetites sexuais, mas também não devemos gratificá-los sempre que tivermos vontade, aderindo assim a promiscuidade.

"Existem ocasiões em que o trabalho precisa ser adiado. Umas boas férias pode resultar num trabalho melhor. Há épocas em que se deve adiar a comida. Um prato mais saboroso está sendo preparado. Da mesma maneira, existem circunstâncias em que as expressões da sexualidade devem ser adiadas".

Quando se pensa num relacionamento maduro, dentro do casamento, onde o sexo é muito melhor, e quando se está livre da contaminação do vírus da morte, creio eu, devem ser motivos suficientes para adiarmos a gratificação da nossa sexualidade. Dentro da vontade de Deus, o sexo é 100% seguro. Violar estes princípios, é colocar a vida em risco. A única proteção eficazmente segura é a obediência a Deus. Não pratiquem a imoralidade, a fornicação, o adultério, a prostituição e a homossexualidade.

Em Gálatas 6:7 , Paulo adverte: "Não vos enganeis; de Deus não se zomba: pois tudo o que o homem semear, isto também ceifará"

Obedeça a Deus e Ele abençoará a tua vida !!!

Rev. Gildásio Jesus Barbosa dos Reis - Pastor da Igreja Presbiteriana de Osasco

Fonte: http://www.sexocristao.com

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Lula: É melhor ter um cinema do que uma igreja qualquer
27 de Junho/Domingo

O programa Cinema Perto de Você, lançado em Luziânia (GO), pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reúne R$ 500 milhões para crédito e investimentos que ajudem na construção de salas para exibição de filmes. O objetivo é aumentar o número de consumidores dessa fatia do mercado do entretenimento, além de garantir o acesso à cultura em lugares mais distantes dos grandes centros.

O governo federal lançou nesta quarta-feira o programa "Cinema Perto de Você", que tem como objetivo estimular empreendimentos privados, com linhas de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para a construção de 600 novas salas de cinema em todo país. A meta é fazer com que todos os municípios com mais de 100 mil habitantes que ainda não tenham salas passem a tê-las. São 89 municípios nessas circunstâncias, entre elas Belford Roxo (RJ).

Lula, que por diversas ocasiões foi ovacionado com o coral "olê, olê, olá, Lula, Lula", afirmou que é preciso que os empresários se preocupem em criar condições para atrair o público para o cinema. Ele disse que muitas salas foram vendidas para igrejas porque elas ofereceram melhor negócio para os empresários.

- Precisamos mostrar para o empresário que é melhor ter um cinema do que vender a sala para uma igreja qualquer.

Para Lula, a boa qualidade da TV brasileira também faz com que as pessoas fiquem em casa.

- Somos um pouco vítimas da qualidade da TV brasileira. Algumas exibem novelas que prendem as pessoas em casa. Precisamos oferecer vantagens - sugeriu.

O BNDES dispõe de R$ 500 milhões para o programa. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma medida provisória que, se aprovada, garante isenção de impostos federais (PIS/Cofins) para os novos empreendimentos. Lula cobrou dos governadores e prefeitos que façam o mesmo.

Municípios com população entre 100 mil e 500 mil - 146 no total - que já têm salas de cinema, como é o caso de Luziânia e de Florianópolis (SC), também poderão aderir ao programa, bem como cidades acima de 500 mil, com predominância da população na classe C. Para ter acesso ao crédito, os empreendimentos devem prever, no mínimo, três salas . A operação financeira mínima será de R$ 1 milhão, com dez anos de prazo para pagamento.



Com informações de O Globo / Correio Braziliense / O Galileo

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A Copa do Mundo é Nossa...
27 de Junho/Domingo



"Au revoir França:"A www.jasielbotelho.com.br

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O púlpito durante a Copa
27 de Junho/Domingo




Fonte: http://jasielbotelho.blogspot.com

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O "Véio do Saco"
26 de Junho/Sábado

Foi num domingo à noite, no horário do culto, que um velho mendigo postou-se à porta da igreja, maltrapilho, fedido.

As pessoas iam se desviavam dele. Não lhe davam nada nem o convidavam para entrar.

Por fim, um dos porteiros o assentou na última fileira. E lá ele ficou sozinho, pois ninguém mais quis sentar-se naquele banco da igreja.

Os porteiros torciam que o pastor chegasse logo, pois não sabiam exatamente o que deviam fazer com o "Véio do Saco" (apelido que os adolescentes logo lhe deram e, do qual, os adultos riram contidamente), mas, justamente naquela noite o pastor se atrasou.

Após o período dos cânticos, um dos oficiais da igreja tomou a palavra:
- Irmãos, é chegada a hora da pregação e o nosso pastor ainda não chegou. Vamos orar, cantar mais um hino e, depois, pedir a qualquer um dos irmãos que nos traga a Palavra.

E assim se fez, porém, para surpresa e indignação geral, convidaram o "Véio do Saco".

Mas, as surpresas não pararam por aí. Ao tomar lugar no púlpito, o mendigo, pegou uma toalha molhada no saco plástico que trazia às costas, saudou a igreja corretamente, começou a tirar a roupa suja (que até então estava escondendo um belo terno) e a limpar a "sujeira" do rosto com a toalha molhada.

E ali mesmo, diante daqueles olhos atônitos, o mendigo foi, aos poucos, se transformando, pois, na verdade, o "Véio do Saco" era o próprio pastor da igreja (que na sua mocidade tinha sido um excelente ator de teatro amador e resolvera usar sua arte para repreender a igreja).

- A Bíblia nos ensina a amar o próximo. A estender a mão para o aflito e o necessitado. Há meses eu venho ensinando isso para vocês, mas, até hoje, não percebi nenhuma mudança em suas atitudes. Que mérito há em cumprimentar somente os amigos? Que valor há em abraçar somente os irmãos? Todos vocês passaram por mim e nem sequer deram-me um mísero "Boa-noite". Por que? Por causa das minhas roupas? Do cheiro?

- Não é este "evangelho" que eu tenho lhes ensinado. O Evangelho que eu anuncio é poderoso para transformar qualquer pessoa. Eu creio que qualquer mendigo de rua, pelo poder de Deus, em Cristo Jesus, pode ser transformado no futuro pastor desta igreja.

Mas todos nós, com rosto descoberto,
refletindo como um espelho a glória do Senhor,
somos transformados de glória em glória
na mesma imagem,
como pelo Espírito do Senhor.
II Coríntios 3.18


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Pregador Luo faz rap para Kaká
26 de Junho/Sábado

Ele “chorava pra caramba na infância” e “sonhava ser Raí”, mas se tornou realidade e virou Kaká. A biografia do menino franzino que nasceu no Gama, cidade-satélite de Brasília, e se destacou no futebol do São Paulo, agora é música

E o autor de "Nasci para honrar", o rapper gospel Pregador Luo, se orgulha de poder homenagear o camisa 10 da Seleção a poucos dias para a estreia brasileira na Copa do Mundo, contra a Coreia do Norte. Ele contou como fez para conseguir as histórias que estão no rap.

'Fiz uma entrevista com ele, vi o que mais poderia motivá-lo dentro de campo e também como poderia ajudar a propagar esse testemunho de vida positivo que ele dá. Ele já conhecia minhas músicas por causa de outros álbuns que fiz. Infelizmente não o conheço pessoalmente porque moramos longe, mas acredito que poderei conhecê-lo em breve. Não tem uma pessoa no mundo que não o conheça. Por isso eu fico honradíssimo de fazer uma música para ele, não só pelo jogador que é, mas pela pessoa maravilhosa também' - explicou, em entrevista.

A música foi divulgada por Kaká em seu twitter no domingo. "Queria agradecer o @pregadorluo que compôs uma musica para mim. Em 2 versões !! As musicas ficaram demaisssssss !! Valeu Luo .. Deus abençoe", escreveu o craque. Entre as histórias da vida de Kaká, duas são especiais para o rapper. A primeira trata da insegurança do jogador quando ainda era criança. Segundo Luo, Kaká tinha um sonho, mas ficava com medo de largar os estudos. Incentivado pela mãe, Dona Simone, a conseguir fazer os dois, Kaká correu atrás

- Ele falou que chorava, que tinha medo, que era uma criança insegura, mas que foi superando isso com a força que os pais deram a ele. Levantava cinco da manhã para fazer tudo e ter tempo de jogar - contou.

Mas enquanto Kaká prezava pelo investimento que sua mãe fazia para que ele desse certo no futebol, Dona Simone queria mais que ele fizesse de tudo para brilhar. É o que conta o artista.

- Uma vez ele ganhou uma chuteira da mãe. No treino, o treinador perguntou para sua mãe porque ele não corria. Ela foi falar com o Kaká, e ele explicou que era porque não queria estragar a chuteira nova. Foi então que sua mãe mandou ele correr mais. E você vê a fera que virou...

Como todo menino que sonha jogar futebol, Kaká tinha um ídolo. São-paulino desde criança, ele tinha Raí como referência. Na música, o trecho "era mais um entre tantos em que sonhavam em ser Raí" deixa clara a vontade do então garoto da base tricolor.

- Perguntei quem eram seus ícones, ele disse que não tinha muitos, que o negócio dele era bola mesmo. O sonho dele era ser Raí, porque via jogadores como ele bem encaminhados. Até hoje uma das maiores recordações dele é uma foto que tem com o Raí - disse.

Luciano dos Santos Souza, o Pregador Luo, ficou famoso quando integrava o grupo Apocalipse 16. Seus primeiros trabalhos solo foram com esportistas. O principal deles, "Música de Guerra", foi feito em 2008 a pedido de alguns lutadores da vale-tudo. Luo disse que foi o volante Zé Roberto (ex-Santos, hoje no Hamburgo) quem levou seu trabalho para o meio do futebol. Ele inclusive sugeriu que fosse feito um álbum só para os jogadores, mas este ainda não foi feito.

Conheça o som:


Fonte: O Galileo


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A cultura pop chegou para ficar?
25 de Junho/Sexta Feira

Operado de uma hérnia simples, vi-me obrigado a uma razoável quarentena em casa. Com bastante tempo à minha disposição resolvi, por um dia, mergulhar no mundo televisivo. Liguei minha Sony e, com o controle remoto na mão, viajei, via cabo, às diversas opções oferecidas pela mídia eletrônica. À noite, senti-me vencido. O que assisti não era lazer, tampouco cultura. Era pura perda de tempo.

Um insulto à inteligência
Cada dia mais me espanto com a superficialidade de minha geração. Na televisão, os noticiários estão cada vez mais rasos; evitam os temas relevantes, fogem da discussão imparcial. A “ratinização” dos programas de auditório chega a agredir o bom senso. A dramaturgia das novelas é um acinte à arte teatral. Os diálogos são patéticos. Bons atores são logo substituídos por moças e rapazes bonitinhos. Não sabendo representar, mecanicamente repetem scripts. Os programas infantis em nada educam. Simplesmente enchem os cofres de suas apresentadoras, que nada têm na cabeça e que ensinam comportamentos éticos, no mínimo, questionáveis.

Na música, as letras medíocres, para fazer sucesso, necessitam apelar para sentidos ambíguos. Os rebolados das dançarinas tentam compensar a rima pobre. Os grandes poetas e músicos se esforçam, mas parecem carecer da inspiração de tempos não muito antigos, quando escreviam e cantavam com maestria.

Os filmes, fazendo apologia da violência, exploram o macabro e o terror. Não conseguem criar tramas inteligentes. Mostram-se, diante de nossas telas, produções com enredos repetitivos, direção mal feita; claramente produzidos para dar lucro. Filmes destituídos do ideal de fazer arte.

As revistas que entulham as bancas e os livros que aparecem nas listas dos best sellers são risíveis, sob o ponto de vista literário.

Os estudiosos de nossos tempos dizem que uma das características da pós-modernidade é a falência da chamada “alta cultura” e a emergência da “cultura pop”. Por “alta cultura” devemos entender o esforço humano de dar estrutura à vida. É a complexa produção humana que inclui o saber, crenças, arte, moral, leis, costumes e todas as expressões humanas.

A indústria cultural
A cultura pop fortaleceu-se com a massificação dos meios de comunicação. A indústria da informação e do lazer, que oferece um franco acesso ao conhecimento, vagarosamente nivelou a produção cultural por baixo. Hoje, poucos conhecem Shakespeare, nunca leram Dostoievski, mal saberiam mencionar algum livro de Machado de Assis ou de Graciliano Ramos. Rapazes e moças detestariam uma ópera de Wagner ou de Carlos Gomes. A grande maioria nunca leu Carlos Drummond e nem sabe dizer quem foi Fernando Pessoa. Em compensação, conhece bem os filmes de Van Damme e do Bruce Willis. Gosta de ler Paulo Coelho e canta as músicas do Tchan. Meninos e meninas ainda cantarolam as letras dos Mamonas Assassinas. Diariamente acompanham a novela das oito, dando-lhe índices de audiência acima de cinqüenta pontos. Adolescentes deliram com a mocinha vestida em roupas íntimas, insinuando cenas de sado-masoquismo.

O ocidente termina o século XX impregnado de uma cultura pop, que Richard Hamilton, artista inglês, conseguiu descrever como: “dirigida às massas, compreensível sem exigir reflexão, facilmente substituível por outra emoção, produzida às pressas, sensual, glamourosa, aética e sempre visando o máximo de lucro”.

A produção cultural do ocidente empobreceu. Daí a pertinência do lamento de T. S. Eliot: “Onde está a vida que perdemos vivendo? Onde está a sabedoria que perdemos com o conhecimento? Onde está o conhecimento que perdemos com a informação? Os ciclos do céu em vinte séculos nos levaram para mais longe de Deus e mais próximos do pó.”.

A igreja
Mais triste é constatar que a igreja também foi afetada por essa cultura de massas. Primeiro nos Estados Unidos, depois na Europa e agora na América Latina, há uma forte tendência de transformar a igreja em big business. Pior, big business do lazer espiritual.

Pastores e padres abandonaram sua vocação de portadores de boas novas. Assumiram novos papéis: animadores de auditórios e levantadores de fundos. O púlpito transformou-se em mero palco. A igreja, simples platéia. O clero arremedou a fama dos artistas. Com estilos de vida extravagantes e caros inebriam as multidões que também almejam galgar a celebridade.

Outros enxergaram-se como empresários, vestiram-se como empresários e, pasmem, contrataram guarda-costas armados para se protegerem. Acham-se seqüestráveis. Os cultos já não estão centrados na máxima de João Batista: “importa que Ele cresça e que eu diminua”. Sermões podem ser facilmente confundidos com palestras de neurolingüística. Cantores e “artistas” se atropelam, querendo renome e gordos cachês. O cristianismo ocidental não conseguiu salgar, perdeu o sabor e conformou-se em ser raso. Os vendilhões do templo voltaram e armaram suas tendas.

Infelizmente, atraem-se grandes multidões não pela força argumentativa do evangelho, mas pelo bem concatenado marketing. Impressionam-se as platéias pela capacidade de aproximar a linguagem religiosa da cultura pop e não por propor conteúdos sólidos de vida. Até pouco tempo, as igrejas neopentecostais acreditavam que seu descomunal crescimento vinha de uma bênção especial de Deus sobre suas novas propostas de prosperidade. Hoje, a explosão pop do catolicismo já atrai multidões tão numerosas quanto as dessas bem sucedidas igrejas evangélicas. Prova-se assim que qualquer credo ou confissão religiosa que souber promover um culto com as mesmas características da cultura pop também experimentará um crescimento vertiginoso.

Sempre que a igreja começou a percorrer uma senda perigosa e a aproximar-se dos sistemas doentes que deveria denunciar, houve fortes movimentos contrários. Quando Roma parecia estar à venda e o clero católico se emaranhou com o poder dos reis, as ordens monásticas apareceram. Quando Tetzel vendeu indulgências, prometendo menos sofrimento no purgatório em troca de algumas moedas, Lutero protestou. Quando a igreja protestante se institucionalizou e perdeu relevância, surgiram os anabatistas propondo a separação radical da igreja e do estado. Quando a rigidez teológica tentava sufocar a ação de Deus, os pentecostais levantaram-se mostrando que Ele age como quer e não respeita as sistematizações humanas.

Uma nova reforma
Precisamos de novos movimentos de reforma e protesto dentro do cristianismo ocidental. Os desafios de hoje requerem que os pastores voltem a “apascentar o rebanho de Deus, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto” (1 Pe 5.2). Que as igrejas sejam espaços de fraternidade onde nos revestimos como “eleitos de Deus, santos, e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade” (Cl 3.12).

Diante do estrelismo, os pastores precisam optar pela discrição; reaprender a ser singelos de coração. Devem lembrar-se de uma citação antiga: “A glória é como um círculo n’água que nunca deixa de aumentar, até que por força de seu próprio crescimento dispersa-se em nada”.

O crescimento numérico das igrejas engana. Tem mais a ver com fenômenos sociais que uma legítima ação do Espírito Santo. Líderes religiosos devem evitar essa corrida insana de notoriedade. A riqueza e popularidade de alguns nada significam nas realidades espirituais. Euclides da Cunha advertia em Os Sertões: “Se um grande homem pode impor-se a um grande povo pela influência deslumbradora do gênio, os degenerados perigosos fascinam com igual vigor as multidões tacanhas”. Deixemos que o apóstolo Paulo fale novamente aos nossos corações: “Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo. E na verdade, tenho também por perda todas as coisas pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor, pelo qual sofri a perda de todas estas coisas e as considero como esterco, para que possa ganhar a Cristo” (Fp 3.7-8).

A igreja será sal e luz somente quando caminhar na rota inversa das tendências de sua geração e mostrar-se simples em suas ambições. Caso contrário, continuará dizendo a si mesma: Estou rica e abastada e não preciso de coisa alguma”. Mas ouvirá de Cristo: “Não sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre cega e nua.” Que Deus nos ajude a comprar ouro refinado pelo fogo para nos enriquecer, vestiduras brancas para nos vestir, a fim de não ser manifesta a vergonha da nossa nudez. Compremos colírio para ungir os nossos olhos e vejamos (Ap. 3.17-18).

Soli Deo Gloria.

Ricardo Gondim

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Dos mapas ao GPS
O longo percurso da humanidade até aprender a se locomover na Terra
por Fred Linardi


25 de Junho/Sexta Feira

Por muitos séculos, os seres humanos não souberam se o mundo era redondo ou plano, não imaginaram seu tamanho e tiveram dificuldade para transmitir informações de distância e orientações de locomoção. Começamos a resolver esse problema com o primeiro aparato de orientação geográfica, o mapa. Para desenhá-lo, medíamos distâncias em terra e olhávamos para a posição dos astros no céu.

Na Antiguidade, já tínhamos faróis marítimos e dominávamos astronomia e matemática o suficiente para desenhar globos complexos. No século 16, os exploradores europeus alimentavam os cartógrafos com novidades em ritmo frenético. Quinhentos anos depois, o programa Google Earth, que une imagens de satélites a tecnologia GPS, deixa qualquer pedaço do mundo ao alcance de um clique. Com o pacote de ferramentas à disposição, hoje sabemos nos locomover com segurança em terra, por mar e nos céus do planeta.

6200 a.C. - Imagem misteriosa

Encontrado em 1963, o mapa de Catal Hyük, na atual Turquia, iniciou uma polêmica. O desenho parece retratar uma cidade com 80 edificações e um vulcão. Para muitos pesquisadores, este é o mapa mais antigo já encontrado. Para outros, a primazia ainda cabe aos egípcios, que desenhavam os seus 4 mil anos atrâs.

500 a.C. - Crônicas territoriais

Os gregos são mestres da cartografia. Destaque para os relatos e desenhos de Hecateu de Mileto, que viaja ao Mediterrâneo e à Eurásia para criar uma das primeiras obras de geografia. Chamada Ges Periodos, ela é composta por dois livros, Viagens pela Terra e Pesquisa sobre o Mundo.

350 a.C. - Posição no universo

O matemático grego Eudoxo de Cnidos apresenta um mapa do sistema solar, com planetas e astros esféricos concêntricos. Seus cálculos proporcionam um salto no conhecimento da localização dos astros e da posição da Terra no espaço.

Século 4 a.C. - Mecânica celeste

A produção de aparatos de orientação naval com base num globo começa na China, com os astrônomos Shi Shen e Gan De. A esfera amilar aponta a direção dos astros e funciona como um telescópio. No globo, já estão desenhados paralelos e meridianos.

1569 - O primeiro atlas

Um dos maiores feitos da história cartográfica é realizado por Gerhard Kremer, ou Gerardus Mercatus (1502-1594). Ele projeta o globo terrestre num plano de 18 folhas impressas e o batiza de Atlas em homenagem a um titã grego, condenado por Zeus a carregar um globo nas costas.

Século 16 - Esquadro para o mar

Surge o astrolábio marítimo. Trata-se de uma variação do astrolábio, que havia sido criado em torno do século 4 a.C. e que servia para medir a localização dos astros. A versão marítima surgiu na época das grandes navegações e era composta pelo alidade, um tipo de esquadro usado até hoje para medir ângulos verticais.

220 a.C. - Agulha magnética

Sem a bússola, o descobrimento das Américas seria impossível no século 14 - quando o aparelho, como o conhecemos hoje, foi inventado. No entanto, ela já existe na China no século 3 a.C. É introduzida na Europa por árabes e depois desenvolvida pelo marinheiro italiano Flavio Gioja.

1757 - Visão aparente

Além de ser um ótimo aparato para observar os astros, o sextante fornece o posicionamento global de marinheiros e mede distâncias a partir do tamanho aparente dos objetos. A base da busca fica na comparação entre o tamanho de um astro e seu reflexo no horizonte.

1817 - Giro certo

Baseado em um eixo fixo e uma esfera que gira, o giroscópio torna-se fundamental. Em 1895, o aparelho seria fundido à bússola. Surgia assim o girocompasso, usado em navios desde 1910. Hoje, identifica o posicionamento de aviões em parceria com o altímetro, uma invenção de 1924.

1993 - Você está aqui

Desenvolvidos nos anos 60 e disponibilizados para uso civil, satélites possibilitam a criação do Sistema de Posicionamento Global (GPS), que inicia uma nova fase da história dos instrumentos de orientação. Hoje, os motoristas acessam mapas na internet e se orientam com GPS em seus carros

Fonte: http://historia.abril.com.br


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Kaká afirma sofrer perseguição religiosa de Juca Kfouri
24 de Junho/Quinta Feira

Além das críticas recebidas por ter xingado palavrões no jogo da Seleção Brasileira contra a Costa do Marfim no último domingo, o jogador evangélico Kaká disse ontem em uma entrevista sofrer perseguição pelo fato de professar sua fé em Jesus.


O jornalista esportivo André Kfouri afirmou que o jogador estava jogando com dificuldades porque sentia fortes dores e provavelmente teria que antecipar sua aposentadoria. Essa informação foi publicada na segunda-feira pelo jornalista Juca Kfouri, pai de André, em uma coluna no jornal Folha de São Paulo.

Depois de responder às perguntas feitas pelo jornalista, Kaká afirmou que estava sofrendo perseguição de Juca Kfouri. “Há algum tempo os canhões do seu pai [Juca Kfouri] são disparados contra mim. A artilharia dele está voltada contra mim. Eu queria aproveitar a pergunta para responder às críticas que ele vem fazendo, e o que me deixa triste é que o problema dele comigo não é profissional, mas porque ele não aceita minha religião. Porque eu sou uma pessoa que segue Jesus Cristo. Eu o respeito como ateu, e gostaria que ele me respeitasse como [seguidor de] Jesus Cristo, como alguém que professa a fé em Jesus Cristo. Não só a mim, mas a todos os milhões de brasileiros que acreditam em Jesus Cristo”, falou.

Juca Kforiu havia escrito o seguinte comentário: “Kaká desmentirá, assim como o médico da seleção brasileira. Mas o fato é que ele está sofrendo para jogar esta Copa do Mundo e pode, como Guga, até encerrar sua bela trajetória no futebol muito mais rapidamente do que gostaria. O mesmo problema que o maior tenista brasileiro de todos os tempos enfrentou no quadril Kaká enfrenta no púbis, segundo confidências de médico para médico que chegaram ao conhecimento da coluna horas antes de o Brasil enfrentar a Costa do Marfim”.

No jogo contra Costa do Marfim, além de ser expulso injustamente, Kaká jogou muito bem, tendo ótima movimentação e crítica da mídia especializada. Foi dele o passe para dois dos gols da vitória por 3 a 1.

Em resposta a declaração de Kaká, Juca Kfouri disse: “Critico sim o merchandising religioso que ele e outros jogadores da Seleção costumam fazer, tentando nos enfiar suas crenças goela abaixo”, disse o jornalista que depois se justificou: “Apenas noticiei que ele sofre com seu púbis e há quem avalie que isso o levará a encerrar a carreira prematuramente”.

Atualmente a Folha de São Paulo, jornal para qual Juca Kfouri trabalha, vem publicando reportagens a cerca da doutrina da Igreja Universal do Reino de Deus, que por sua vez qualifica as matérias como ato contra todos os evangélicos.

Fonte: Gospel+

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O Povo da Caverna
24 de Junho/Quinta Feira

por Max Lucado

Há muito tempo atrás, ou talvez não muito tempo assim, havia uma tribo em uma caverna fria e escura. Os habitantes da caverna se apertavam e gritavam contra o frio. Eles se lamentavam em voz alta e demoradamente. Era só isso que faziam. Era tudo o que sabiam fazer. Os sons na caverna era tristes, mas as pessoas não sabiam disso, porque nunca tinham conhecido a vida.

Mas, então, um dia eles ouviram uma voz diferente. "Eu ouvi seu choro" ela disse. "Eu senti seu frio e vi as suas trevas. Eu vim para ajudar".

Os habitantes da caverna permaneceram em silêncio. Eles nunca tinham ouvida esta voz. A esperança soava estranho aos seus ouvidos. "Como é que vamos saber que você veio ajudar?"

"Confiem em mim", ele respondeu. "Eu tenho o que vocês precisam".

O povo da caverna examinou no escuro até a figura do estranho. Ele estava empilhando alguma coisa, então curvava-se e empilhava mais.

"O que você está fazendo?", alguém gritou, nervoso.

O estranho não respondeu.

"O que você está fazendo?", gritou alguém em voz ainda mais alta.

Nenhuma resposta ainda.

"Diga-nos", exigiu um terceiro.

O visitante ficou em pé e falou na direção das vozes: "Eu tenho o que vocês precisam". Com isso ele virou-se para a pilha a seus pés e acendeu-a. A madeira pegou fogo, chamas levantaram-se e a luz encheu a caverna.

O povo da caverna afastou-se com medo. "Ponha isso para fora", gritaram.

"Dói olhar para isso".

"A luz sempre dói antes de ajudar", ele respondeu. "Cheguem mais perto. A dor logo vai passar".

"Eu não", declarou uma voz.

"Nem eu", concordou uma segunda.

"Só um tolo iria se arriscar a expor seus olhos a uma luz assim".

O estranho chegou perto do fogo. "Vocês prefeririam a escuridão? Prefeririam o frio? Não consultem seus temores. Dêem um passo de fé.

Por um bom tempo ninguém falou. As pessoas pairavam em grupos cobrindo os olhos. O fazedor de fogo ficou de pé próximo do fogo. "Está quente aqui", convidou.

"Ele está certo", alguém atrás dele anunciou. "Está mais quente". O estranho virou-se e viu um vulto caminhando em direção ao fogo. "Eu consigo abrir meus olhos agora", ela proclamou. "Eu consigo ver".

"Chegue mais perto", convidou o fazedor de fogo.

Ela chegou. Ela caminhou para o anel de luz. "Está tão quente!" Ela estendeu as mãos e suspirou quando o frio começou a passar.

"Venham, todos! Sintam o calor", ela convidou.

"Quieta, mulher", gritou um dos habitantes da caverna. "Vai ousar nos arrastar para a sua tolice? Deixe-nos e leve sua luz com você".

Ela virou-se para o estranho. "Por que eles não virão?"

"Eles escolhem o frio, porque embora é frio, é o que eles conhecem. Eles preferem ficar com frio do que mudar."

"E viver no escuro?"

"E viver no escuro."

A agora quente mulher ficou em silêncio. Olhando primeiro no escuro e depois no homem.

"Você vai sair do fogo?", perguntou.

Ela fez uma pausa e então respondeu: "Eu não posso. Eu não consigo suportar o frio." Então ela falou novamente: "Mas também não posso suportar pensar no meu povo no escuro.

"Você não tem que fazer isso", ele respondeu, alcançando o fogo e tirando um graveto. "Leve isto para o seu povo. Diga-lhes que a luz está aqui e que a luz é quente. Diga-lhes que a luz é para todos os que quiserem."

E assim ela pegou a pequena chama e caminhou para dentro das sombras.

Notas:

Traduzido por Marcos Soares
Extraído de A Gentle Thunder
© 1995 de Max Lucado.

Fonte: http://www.irmaos.com/



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Blogueiros evangélicos protestam contra a Marcha para Jesus
23 de Junho/Quarta Feira

Ao manifestar o que chama de “inconformidade e desconforto” com a igreja evangélica, o pastor, teólogo e filósofo Paulo Siqueira, de 41 anos, não imaginava que estaria reunindo um grupo de descontentes – e comprando briga com outro bem mais volumoso. Ambos se reencontraram durante a Marcha para Jesus 2010, marcada para quinta (3/6).

Tudo começou com dois blogs nos quais ele começou a pregar o que chama de “Evangelho puro e simples”, contrariado com os ganhos financeiros de algumas igrejas. “A igreja se transformou num veículo de lucro. Não luta mais pelos valores humanitários. Tudo é cobrado, até a felicidade, quando a moeda deveria ser o amor.”

O desabafo saiu do campo virtual em 2009, quando a Marcha para Jesus São Paulo foi reconhecida pelo governo e o apóstolo Estevam Hernandes, da Igreja Renascer, retornava dos Estados Unidos após ser preso acusado de tentar entrar no país com dinheiro não declarado. “Ele voltou como mártir da igreja. Foi a gota d’água.” Ele, então, propôs nos blogs um protesto durante o evento e foi com a esposa até o local. Oito pessoas apareceram para o que chamaram de Marcha pela Ética Evangélica Brasileira.

No meio da multidão enquanto acontecia a Marcha para Jesus, o grupo não foi exatamente bem recebido. Segundo Paulo, pessoas tentaram arrancar os cartazes onde estava escrito “Voltemos ao Evangelho puro e simples – o $how tem que parar!”. “Jogaram garrafas d’água em nós, fomos vaiados… Nos chamaram de fariseus”, conta ele. Um dos participantes diz no vídeo registrado na ocasião que “o que aconteceu hoje não foi uma marcha para Jesus. Foi uma manifestação do poder político dos evangélicos”. “Somos contra os abusos cometidos em nome de Deus”, resume Vera, esposa de Paulo, que mesmo grávida (de nove meses) foi participar do protesto. Desta vez, Paulo espera reunir mais gente. O ponto de encontro foi na saída do metro Tiradentes, às 9:30h.





Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br

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A Partida
23 de Junho/Quarta Feira

Já foi embora o que me fazia ficar
Dentro de mim há a sombra do que poderia ser
Fora há um mundo que quero desbravar
E junto, um medo que me faz esconder

Fora há um mundo que me dá medo
E dentro, um outro que me faz tremer
Junto, um Deus que, em segredo
Guia-me pelo caminho que vou percorrer

Vou-me embora, sim, vou indo
Amigos, e amores vão ficar
Vou chorando, vou sorrindo
Sabendo que sei para onde voltar

Autora: Tábata Mori

Fonte: http://blig.ig.com.br/ex_pressao

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O aplauso do céu
23 de Junho/Quarta Feeira

Em breve você estará em casa. Talvez ainda não tenha notado, mas está cada vez mais perto de casa. Cada momento é um passo dado. Cada respiração é uma página virada. Cada dia é um quilômetro percorrido, uma montanha escalada. Você está mais perto de casa do que imagina.

Antes que você perceba, seu dia marcado chegará; você descerá a rampa e entrará na Cidade. Verá rostos familiares aguardando por você. Ouvirá seu nome ser proferido por aqueles que o amam. E, talvez, digo talvez - no fundo, atrás da multidão - Aquele que preferiu morrer a viver sem você retirará as mãos feridas de dentro de seu manto celestial e... aplaudirá.

Notas:
Traduzido por Maria Emília de Oliveira
Extraído de Histórias Para o Coração
© 2001 de Max Lucado.

Fonte: http://www.irmaos.com/

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O Bate Boca das Ferramentas
22 de Junho/Terça Feira

Conta-se que na carpintaria certa vez houve uma estranha assembléia. Foi um verdadeiro bate-boca pra acertar diferenças.

Um martelo exerceu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar. A causa? Fazia demasiado barulho; e além do mais, passava todo o tempo golpeando.

O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.

Diante do ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.

A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fora o único perfeito.

Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e as ferramentas e iniciou o seu trabalho.

Utilizou justamente o martelo, a lixa, o metro e o parafuso.

Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel. Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembléia reativou a discussão. Foi então que o serrote tomou a palavra e disse:
"Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro não trabalha com os nossos defeitos, mas, sim, com as nossas qualidades, com nossos pontos fortes. Assim, proponho abandonarmos esta discussão e nos concentrarmos em tarefas construtivas".

A proposta foi aceita por unanimidade e todos se sentiram, então, uma verdadeira equipe, capaz de produzir objetos de qualidade, se unidas num mesmo próposito e nas mãos e na mente do hábil carpinteiro.

O corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros do corpo, embora muitos, formam um só corpo... e Deus colocou os membros no corpo, cada um deles como quis.
I Coríntios 12.12, 18



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Fábio Jr. terminou casamento porque esposa virou evangélica
22 de Junho/Terça Feira

A conversão de Mari Alexandre à igreja evangélica teria sido o motivo do fim do casamento entre a modelo e o cantor Fábio Jr. Um amigo da família de Mari contou a QUEM nesta sexta-feira (18) que o estopim da crise teria sido quando ela decidiu se batizar na religião.


“Quando ela disse que iria se batizar, Fábio falou que o casamento iria acabar. Ela respondeu que não teria problema porque essa era a vontade de Deus”, afirmou uma fonte a QUEM. “Uma bispa passou a frequentar a casa deles e Mari estava dando muita ajuda financeira à igreja. Acredito que isso possa ter agravado a crise”, completou. De acordo com um amigo próximo à família de Mari, ela teria se convertido há cerca de seis meses e, desde então, “coloca Deus e a igreja em primeiro lugar e fala que a vida está muito mais tranquila”.

O fim do casamento foi confirmado à imprensa na quinta-feira (17), por meio de um comunicado enviado pela assessoria do cantor. Ele contou que está morando na casa dos filhos.

Mari Alexandre continua morando na mansão de Fábio em Alphaville (SP) com o filho, Záion, de 1 ano e 3 meses. A mãe da modelo se mudou de Santa Catarina para São Paulo há cerca de um mês, quando o casamento chegou ao fim. “Ela foi dar um apoio. Mari vai sair da casa em que está e se mudará para outra, também em Alphaville”, afirmou a fonte. Para comprar o novo imóvel, a modelo vendeu seu apartamento de solteira, localizado em um bairro da Zona Norte, na cidade de São Paulo.

Fábio e Mari se casaram em setembro de 2007, em uma discreta cerimônia na casa do cantor. Como o cantor já havia feito vasectomia antes da união, a modelo precisou submeter-se à fertilização in vitro para engravidar.

O casamento com Mari foi o sexto de Fábio. O cantor já havia se casado com Tereza de Paiva (de 1976 a 1979), Glória Pires (de 1979 a 1983), Cristina Karthalian (de 1986 a 1990), Guilhermina Guinle (de 1992 a 1997) e Patrícia de Sabrit (de janeiro de 2001 a junho de 2000). Além do pequeno Záion, ele é pai de Cleo Pires, Tainá Galvão, Krizia Galvão e Fiuk.

Fonte: Quem / Gospel+


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Maria-vai-com-as-outras
22 de Junho/Terça Feira

Quando você chama alguém de “maria-vai-com-as-outras” está dizendo que a pessoa não tem opinião própria e, por isso, segue a vontade de outros. Mas, afinal de contas, quem foi essa primeira sonsa? De acordo com o pesquisador Brasil Gerson, autor de História das Ruas do Rio, a expressão tem origem no início do século 19, com a vinda da família real portuguesa para o Rio de Janeiro. A mãe do rei João VI, a rainha Maria I, costumava passear às margens do rio Carioca, no antigo bairro de Águas Férreas. Acontece que Maria I era conhecida por sua maluquice (manifestada após a morte do filho e da Revolução Francesa), tanto que era tratada como “A Louca”. Como ela ia passear levada pelas mãos de suas damas de companhia, o povo dizia: “Maria vai com as outras”.

Autora: Ernani Fagundes



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Elano na Copa: “Deus não me desampara”
21 de Junho/Segunda Feira

Autor do segundo gol da vitória sobre a Coreia do Norte e também do passe que originou o gol de Maicon, o meia Elano foi um dos grandes destaques do time de Dunga no jogo de estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo. E o jogador comemorou a sua boa atuação logo em seu primeiro jogo em um Mundial.

Ao comentar o seu desempenho depois do confronto, Elano não escondeu a emoção. Ele chegou a ficar com a voz embargada e a encher os olhos de lágrimas ao festejar a atuação. “Eu sempre digo: ”Deus não me desampara”. Sempre disse que nunca tive a pretensão de ser uma estrela na seleção e fico feliz em apenas poder ajudar os outros jogadores a brilharem”, ressaltou o meio-campista.

Em seguida, Elano admitiu a importância histórica do seu gol, mas preferiu exaltar a vitória coletiva a falar dos seus feitos. “Daqui pra frente, com certeza, vão vir uma sequência de jogadas positivas e o time vai melhorar. Eu digo, com toda sinceridade, que o meu nome está gravado na história de uma Copa do Mundo com o gol que eu marquei, mas o meu objetivo maior é conquistar o título junto com os meus companheiros”, enfatizou.

Fonte: AE / Gospel+


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Um convite pessoal
21 de Junho/Segunda Feira

por Max Lucado

“Se alguém tem sede, venha a mim e beba”. João 7:37

Deus é um Deus que abre a porta e acena com a mão, conduzindo peregrinos a uma mesa farta.

Seu convite não é apenas para uma refeição, entretanto. É para a vida. Um convite para entrar em seu reino e morar em um mundo sem dor, sem sepultura e sem lágrima. Quem pode ir? Todos que quiserem. O convite é ao mesmo tempo universal e pessoal.


Fonte: http://www.irmaos.com

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Vão
18 de Junho/Sexta Feira

Não. Foi o que me disse ao se calar.
Não…
foi o que me transformou em grão… de saudade e de tristeza em vão.

Foi
o que me trouxe a solidão. Não. Mesmo que eu queira um sim só direi não,
mesmo que eu deseje e já não possa mais… dizer que outra vez irei tentar sorrir…
por ter alguém tão perto que me fez sentir…

como um grão de alegria a substituir,
aquele grão de saudade que por tempos persistiu… aquele grão de tristeza que a todas as lágrimas resistiu.

Não…

outra vez não vou sonhar.
Com sua voz ao meu ouvido sussurrando amor.
Nem vou sonhar com suas mãos a me abraçar…

nem vou contar como naquela noite eu… te beijaria. Não.

A minha força foi em vão.
Por que abrir meu coração?
Por que sonhar de novo, então?
Por que chorei de novo…? Por que perdi meu sorriso nessa contramão?

Não…

o medo voltou a fazer parte de mim… Não.

Tarde demais para mudar meu coração.

Vão

Autor: Tábata Mori

Fonte: http://blig.ig.com.br/ex_pressao/


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O teste do túnel
17 de Junho/Quinta Feira

por Max Lucado

Seguramos o fôlego enquanto ele desaparecia no túnel. Éramos cinco. Cinco meninos cheios de alegria. Estávamos de férias (no verão) e resolvemos fazer alguma coisa no terreno vago perto de casa. A terra daquela parte do Texas era um lugar ideal para brincar.

Naquele dia especial parecia-nos que a atenção do mundo inteira se concentrava naquele túnel. Havíamos cavado um buraco de cerca de um metro de largura e um metro e meio de profundidade que atravessava o terreno. Para dar-lhes a aparência de um túnel, nós o cobrimos com placas de madeira compensada cobertas com uma camada grossa de terra.

Camuflamos a entrada e a saída com ramos de árvores e, pronto! Tínhamos um túnel, subterrâneo, preparado para entreter toda a meninada da vizinhança enquanto combatiam índios, escapavam de ser presos como escravos, e invadiam a Normandia.

Aquele era o dia do teste do túnel. Seria forte o bastante? Suficientemente largo? Iria desmoronar? Será que era profundo demais? Comprido demais? A única maneira de descobrir tudo isso era arranjar um voluntário para atravessá-lo pela primeira vez. (minha memória talvez falhe neste ponto, mas penso que foi meu irmão que concordou em experimentar o túnel).

Que momento de tensão! Nós cinco ali parados em nossas camisetas e calças jeans.

Dissemos as últimas palavras de encorajamento. Demos tapinhas em suas costas. (admirávamos o seu auto-sacrifício).

Ficamos em silêncio enquanto ele se abaixou, firmando-se nas mãos e nos pés, e entrou no túnel. Prendemos a respiração enquanto observávamos as solas de seus tênis desaparecem na escuridão.

Ninguém falou enquanto esperava. O único movimento era o pulsar de nossos jovens corações, enquanto fixávamos os olhos na saída do túnel.

Finalmente, depois de cada um de nós ter morrido praticamente mil vezes, a cabeça loura do meu irmão apareceu do outro lado. Posso lembrar-me de seu polegar levantado em triunfo enquanto escorregava para fora, gritando: “Não é difícil. Não se preocupem!” E quem podia dizer o contrário diante do testemunho de vê-lo vivo em bem disposto, pulando na saída do túnel? Todos entramos nele!

Existe algo sobre um testemunho vivo que nos encoraja. Uma vez que vemos alguém saindo dos túneis escuros da vida, compreendemos que nós também podemos vencer.

Será que Jesus foi chamado de nosso pioneiro por isso? Teria sido essa uma das razões que o fizeram consentir em entrar nas medonhas câmaras da morte? Deve ter sido.

Suas palavras, embora convincentes, não bastaram. Suas promessas, apesar de verdadeiras, não conseguiram acalmar o medo do povo. Seus atos, até mesmo o de ressuscitar Lázaro da morte, não convenceram a multidão de que a morte não devia ser temida.

Aos olhos da humanidade, a morte continuava sendo o véu negro que a separava da alegria.

Não havia vitória sobre este inimigo oculto. Seu odor de podridão invadia as narinas de todos, convencendo-os de que a vida terminava de repente e não tinha qualquer sentido.

Coube ao Filho de Deus revelar a verdadeira natureza desta força. Na cruz ocorreu a revelação. Cristo mostrou as cartas de Satanás cansado de ver a humanidade iludida por um disfarce, ele entrou no túnel da morte para provar que havia uma saída. Enquanto o mundo escurecia, a humanidade segurava sua respiração.

Satanás desferiu seu melhor golpe, mas não foi suficiente. Nem a escuridão do túnel do inferno pôde vencer o Filho de Deus. Nem mesmo as suas câmaras conseguiram fazê-lo parar. Legiões de demônios aos gritos nada puderam fazer contra o Leão de Judá.

Cristo saiu do túnel da morte, levantou a mão triunfante para o céu, e libertou a todos do medo de morrer.

Notas: Texto extraído do site www.ministeriodafe.com.br. Usado com permissão de Max Lucado.


Fonte: http://www.irmaos.com/



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A fornicação: A defesa do sexo endeusado
17 de Junho/Quinta Feira

Os desejos sexuais não devem ser objeto de ódio ou de vergonha. Podemos, e devemos, celebrá-los como um dom precioso. Deus é o autor deles (Gênesis 1:27; 2:22-24) e os declarou bons (Gênesis 1:31). O nosso Criador projetou o sexo não apenas para aumento do prazer físico e do bem-estar dos cônjuges no casamento, mas também para facilitar a expressão de seu carinhoso compromisso. Se o sexo, feito na intimidade do casamento, pode ser puro e santo (veja Hebreus 13:4; Romanos 13:1), não devemos imaginar que o nosso desenvolvimento espiritual seja mais bem atendido se negarmos a importância dos atos físicos do amor. O apóstolo Paulo admoesta sem rodeios aos casais: "Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração e, novamente, vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência" (1 Coríntios 7:5).

Lamentavelmente, todas as boas dádivas de Deus para o homem, dentre as quais o sexo, foram tristemente corrompidas. As intimidades sexuais, tão proveitosas dentro da estrutura protetora do amor e do compromisso do casamento, podem voltar-se contra o homem de modo destrutivo, quando este permite que elas ultrapassem seus verdadeiros limites. O Espírito Santo tem o hábito de falar desse "sexo solto" como "fornicação". O termo em geral identifica toda perversão da capacidade sexual humana em intercurso ilícito, de natureza heterossexual, homossexual ou bestial. O adultério, o sexo antes do casamento, o incesto, a sodomia, o lesbianismo, etc. não passam de formas específicas de fornicação.

Ao contrário da opinião equivocada de alguns, a fornicação não tém a distinção de ser o primeiro nem o maior pecado. O orgulho maligno chega muito mais perto dessa desonra. No entanto, o preço que a fornicação tem exigido do homem, no que diz respeito à solidão, à infelicidade e à angústia, é tão desanimador que mal podemos imaginar suas conseqüências.

Quem pode descrever com a devida propriedade a degradação terrivelmente dolorosa da concubina levita que morreu ao segurar à porta do hóspede de seu marido, em Gibeá, após ter sido estuprada e abusada pelos homens da cidade de noite até a manhã (Juízes 19)? Quem pode contar os lares desintegrados e os filhos abandonados, ou medir a dor e as cicatrizes profundas que brotam desses "casos" impensados em nossos dias? E quem pode imaginar completamente os efeitos devastadores do abuso incestuoso de crianças em nossos dias? A culpa e a autodiscriminação impiedosamente dominam a mente e destroem a paz e a alegria. A angústia do que comete o erro e da vítima bradam lamentavelmente.

Paulo não apenas considera a fornicação um daqueles atos "manifestos" da carne, mas também o põe no topo da lista "carnal" de Gálatas 5:19-21 e raramente escreve a seus irmãos de várias regiões do mundo sem alguma admoestação especial para que a evitem (veja Romanos 13:13; Efésios 3:3-4; Colossenses 3:5; 1 Tessalonicenses 4:3). Ele insistiu com os coríntios para que "fugissem da fornicação", explicando que "qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo" (1 Coríntios 6:18). As intimidades sexuais fora do compromisso de amor do casamento contradizem ao propósito para o qual o corpo foi criado. Por serem contra a natureza, não podem deixar de ter conseqüências prejudiciais sobre o homem em geral.

Na raiz desse mau uso destruidor do sexo reside a alienação do homem em relação a Deus. Desesperadamente só, o homem busca compensar a sua perda numa busca desesperada por amor e aceitação. O desejo sexual, agora desprovido de amor puro, torna-se uma cobiça impessoal, egoísta. Assim, aquilo que Deus determinou ser um servo a manifestar o amor, torna-se um tirano que o suprime. E o corpo padece da desonra enquanto isso se dá (Romanos 1:24). Mas tenha esperança, meu amigo, há saída para os fornicadores!

A vitória sobre a fornicação (mesmo a do tipo homossexual) ocorre sobretudo no coração e na mente. Aí se deve lutar e vencer. A luta começa com uma profunda aceitação da responsabilidade pessoal (veja Romanos 1:21-26; 1 Coríntios 5), com um arrependimento genuíno (2 Coríntios 7:9) e com uma determinação sincera de deixar o sexo pervertido e todas as formas de perversidade e se agarrar em Deus (Atos 2:38; 17:30).

Somente com a plena reconciliação com Deus, podemos ter esperança de banir a solidão da alienação e quebrar o encanto do sexo endeusado (2 Coríntios 5:20; 1 Coríntios 6:9-11). Com o amor e a reverência cada vez maiores por Deus, devemos lançar-nos completamente sobre a graça de Deus. Paulo afirma: "Andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne" (Gálatas 5:16). Não há promessa de triunfo sobre a fornicação se for esse exclusivamente o nosso objetivo. Essa vitória é obtida no coração disposto a realizar toda a vontade de Deus. Aí aprendemos o amor que recebe o prazer sexual com gratidão, mas não o venera.

Autor:Jerry R. Earnhart

Fonte:http://www.sexocristao.com/

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