O menino que domou o vento
19 de Novembro/Quinta Feira

Uma seca terrível no ano 2000 deixou grande parte da população do Malauí em situação desesperadora. Com as colheitas reduzidas drasticamente, as pessoas começaram a passar fome. "Meus familiares e vizinhos foram forçados a cavar o chão pra achar raízes, cascas de banana ou qualquer outra coisa pra forrar o estômago", diz Kamkwamba. A miséria o impediu de continuar na escola, que exigia a taxa anual de US$ 80. Se seguisse a lógica que vitima muitos rapazes na mesma situação, o destino dele estava definido: "Se você não está na escola, vai virar um fazendeiro. E um fazendeiro não controla a própria vida; ele depende do sol e da chuva, do preço da semente e do fertilizante", diz Kamkwamba.

Para escapar dessa sentença, começou a frequentar uma biblioteca comunitária a 2 km de sua casa. No meio de três estantes com livros doados pelo Reino Unido, EUA, Zâmbia e Zimbábue, Kamkwamba encontrou obras de ciências. Em particular, duas de física. A primeira explicava como funcionam motores e geradores. "Eu não entendia inglês muito bem, então associava palavras e imagens e aprendi física básica." O outro livro se chamava Usando Energia, tinha moinhos na capa e afirmava que eles podiam bombear água e gerar eletricidade. "Bombear um poço significava irrigar, e meu pai podia ter duas colheitas por ano. Nunca mais passaríamos fome! Então decidi construir um daqueles moinhos."

Você está fumando muita maconha. Tá ficando maluco." Era isso que Kamkwamba ouvia enquanto carregava sucata e canos para seu projeto. "Não consegui encontrar todas as peças para uma bomba d'água, então passei a produzir um moinho que gerasse eletricidade." Seu primo Geoffrey e seu amigo Gilbert o ajudaram, e após dois meses as pás giravam. O gerador era um dínamo de bicicleta que produzia 12 volts, suficientes para acender uma lâmpada. As pessoas próximas a ele só acreditaram em sua conquista quando ele ligou um rádio, que na hora tocou reggae nacional. "Fiquei muito feliz. Finalmente as pessoas reconheceram que eu não estava louco."

"Conseguimos energia para quatro lâmpadas, e as pessoas começaram a vir carregar seus celulares", diz. No Malauí, a companhia telefônica se recusou a fornecer infraestrutura para as vilas, e as empresas de celulares chegaram com torres de transmissão e baratearam os aparelhos. Por isso, hoje há mais de um milhão de aparelhos celulares no país, uma média de oito para cada cem habitantes.

A história chegou aos ouvidos do diretor da ONG que mantinha a biblioteca. Ele trouxe a imprensa, e o menino foi destaque no jornal local. E daí alcançou o diretor do programa TEDGlobal, uma organização que divulga ideias criativas e inovadoras que convidou Kamkwamba para uma conferência na Tanzânia. O jovem aumentou o primeiro moinho para 12 metros de altura e construiu outro que bombeia água para irrigação. "Agora posso ler à noite, e minha família pode irrigar a plantação", diz.

Depois de cinco anos, com ajuda daqueles que descobriram sua história, Kamkwamba voltou à escola. Passou por duas instituições no Malauí, estudou durante as férias no Reino Unido e agora cursa o segundo ano da African Leadership Academy, instituição em Johannesburgo que reúne estudantes de 42 países com o intuito de formar a próxima leva de líderes da África.

Apesar de não ter mudado em nada a sua humildade, o sucesso e as oportunidades de estudo tornaram mais ambiciosos os planos de Kamkuamba: "Quero voltar ao Malauí e botar energia barata e renovável nas vilas. E implementar bombas d'água em todas as cidades. Em vez de esperar o governo trazer a eletricidade, vamos construir moinhos de vento e fazê-la nós mesmos".

Fonte:Revista Galileu

Quando a dificuldade vir ao nosso encontro, possamos fazer dela uma arma de vitória para os sonhos de Deus em nossas vidas.

Pastor Rodrigo Almeida
Deixe o casulo se abrir por si mesmo
17 de Novembro/Terça Feira

É natural que nos perguntemos, diante do sofrimento, por que Deus está nos testando e provando?
Uma história nos ajuda na resposta.
Um homem encontrou um casulo que tinha caído de uma árvore. A borboleta estava começando a surgir. Então, o homem parou para observar. Ela lutou por uns 40 a 50 minutos. Naquele momento, apenas a cabeça e uma parte da asa tinham saído do casulo. Pensando que poderia ajudar a borboleta em sua luta, o homem pegou um canivete afiado e abriu o casulo para libertar a larva que emergia. Para sua surpresa, ele pôde perceber que a parte que tinha se desenvolvido tinha travado um grande esforço em meio a uma grande luta. A parte que ele abriu permaneceu fechada, sem condições de chegar ao lado de fora do casulo.
Em lugar de ajudar a larva a se tornar uma borboleta, o homem a matou.
"Considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações, pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança. E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma" (Tiago 1.2-4).
Deus tem um grande plano em nossa vida, algo tão grande que lhe dará e que é a razão de todas as suas lutas.
O Sacerdote e o Coredeiro
16 de Novembro/Segunda Feira




Fonte:Humor Cristão
RR Soares nas Asas do Dinheiro
Pastor R.R. Soares compra avião de R$ 8,6 milhões, diz revista
14 de Novembro/Sábado

O pastor R.R. Soares, que é fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus e apresenta o programa "Show da Fé", da Band, comprou por US$ 5 milhões [cerca de R$ 8,6 milhões] um avião turboélice King Air 350 com banheiro a bordo e capacidade para oito passageiros.

A informação foi divulgada neste sábado pela revista "Veja".

Além de apresentar o "Show da Fé" --que também é exibido pela CNT e pela RIT (Rede Internacional de televisão), o pastor mantém horários alugados nas madrugadas e fins de tarde na emissora RedeTV!.

Em junho deste ano, a coluna "Ooops!", do UOL, informou que o missionário teria oferecido R$ 5 milhões por mês por 3 horas diárias (das 2h às 5h) no SBT.

Além de fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus -- que conta com cerca de 900 igrejas espalhadas em todo o país-- R.R. Soares é dono da gravadora gospel Graça Music e da Graça Editorial.

Fonte: Folha online
Perfeito Amor
14 de Novembro/Sábado

“O perfeito amor lança fora o medo.” 1 João 4:18

Você já foi à mercearia com o estômago vazio? Você é um alvo fácil. Você compra tudo o que não precisa. Não importa se é bom para você – você só quer encher sua barriga. Quando você está só, você faz o mesmo na vida, tirando coisas da prateleira, não porque você precisa, mas porque você está com fome de amor.

Por que fazemos isso? Porque tememos encarar a vida sozinhos. Por medo de não nos ambientarmos, tomamos as drogas. Por medo de ficarmos de fora, vestimos as roupas. Por medo de parecermos pobres, fazemos dívida e compramos a casa. Por medo de não sermos notados, vestimos para seduzir ou para impressionar. Por medo de dormirmos sozinhos, dormimos com qualquer um. Por medo de não sermos amados, procuramos por amor em todos os lugares errados.

Mas tudo isso muda quando descobrimos o perfeito amor de Deus. E “o perfeito amor lança fora o medo”.

Autor: Max Lucado
Sobre Pipas e Piões
13 de Novembro/Sexta Feira

Duas brincadeiras me fascinavam quando criança: soltar pipa e rodar pião. O engraçado é que são justamente as que eu menos sei fazer. Falta-me a habilidade para ambas. Admiro quem sabe rodar o pião e quem sabe colocar uma pipa no alto e maneja-la bem (só colocar no alto até eu faço). Pipas e piões são brinquedos que têm muito a nos ensinar em suas táticas, maneiras e modo de serem usados. Somos quais pipas e piões... veremos isso...

Piões são brinquedos que só funcionam se desenrolados, se livres daquela cordinha que lhes dão “vida própria”. Assim somos nós... só funcionamos bem se desenrolados...mas não quero dizer com isso que são ruins as “cordas” que nos enrolam. Não... são elas que nos impulsionam... são elas que nos dão forças para girar... e girar...

Assim são os problemas para com a nossa vida. Devemos encara-los como força motriz de um novo caminhar. Ao nos livrarmos deles percebemos o quanto nos serviram para o amadurecimento, para “rodarmos” direito. Sim, um pião mal enrolado nunca girará corretamente. Até me faz lembrar as palavras antigas de um sábio... “no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo...”
Pipas são fascinantes também... vivem no céu. Uma pipa nunca é tão bela no chão quanto a é no ar... confiando na força do vento. Conta-se que um aprendiz de feiticeiro encontrou-se com uma formiguinha numa de suas caminhadas entre a serra e o mar... ao ver a formiguinha carregando uma folha bem maior que ela mesma, o moço perguntou: Como consegues carregar uma folha tão pesada em um corpo tão pequeno? A formiguinha respondeu-lhe sorrindo: - Aprendi a confiar na força do vento!

Essa é a lição da pipa... confiar na força do vento. Saber que o vento sempre lhe levará a um lugar bonito, onde poderá demonstrar toda a sua beleza e encantar crianças e adultos que sempre estarão dispostos a contemplar a beleza de pipas coloridas rasgando o céu azul.

Interessante é que o mesmo sábio que disse que teríamos aflições no mundo também disse algo sobre o vento... “O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai... assim é todo o que é nascido do espírito”. Engraçado é que no grego clássico as palavras “vento” e “espírito” são uma só: Pneuma. Há uma identificação do vento com o espírito...

Precisamos confiar na força do vento... deixar que ele nos mostre o caminho... confiar que há algo melhor “além do arco-iris”... Não nos prendermos a coisas materiais de forma que não sejamos mais livre... o vento sopra onde quer... uma hora aqui... outra ali... não sabes pra onde vai... assim é todo aquele que deixa se levar. Pessoas mesquinhas estão sempre presas, não sabem o que é se deixar levar pelo vento... nunca experimentaram a alegria de voar leve...à toa! Mas há ainda duas coisas que quero falar sobre pipas e piões: uma que os distingue e outra que os une, que os tornam iguais. E ambas nos trazem lições importantes.

A primeira, que os distingue, é que piões rodam no chão... na terra... e pipas voam... estão sempre nos ares. Essa é a primeira lição... transcendência e imanência... sentimento e ação... precisamos voar... e ter os pés no chão... saber a hora de levantar vôo, viajar, transcender e saber a hora de pôr os pés no chão.... caminhar firme... enfrentar o pó da estrada... e a hora da união... verbo se fazendo carne.

A segunda lição, que os une, pipas e piões só têm beleza se manejados por mãos habilidosas. Como eu disse... nunca tive essa habilidade. Pipas e piões não são pra qualquer um. Nossas vidas, tais pipas e piões só se mostrarão belas em mãos seguras, habilidosas... e não há mãos melhores para pipas e piões do que as mãos que os fazem... assim como não há mãos melhores para o homem do que as mãos do criador...

O sábio a quem me referi no texto é Jesus, o Cristo... criador de todas as coisas... ele declarou que não deveríamos nos desesperar com os problemas... porque ele os venceu... não há meio melhor de voar, nem girar do que “impulsionados” pelas mãos de quem tudo criou... aquele “que até o vento lhe obedece”.

Com todo carinho,

José Barbosa Junior

Fonte: Crer e Pensar
A Oração Ajudou a Derrubar o Muro de Berlin
13 de Novembro/Sexta Feira

ALEMANHA – “Estávamos preparados para tudo. Mas não para velas e orações”. A declaração foi dada pelo membro do Comitê Central da Alemanha Oriental (RDA), Horst Sindermann, pouco antes de sua morte, e referia-se à derrubada do Muro de Berlim, em 9 de novembro de 1989. As reuniões de oração de uma igreja evangélica foram decisivas para a mobilização popular que derrubou aquela estrutura de concreto que separava o mundo. Hoje, 20 anos depois, a celebração inclui o convite à continuidade das orações, feito através da página da igreja na internet. Na Igreja de São Nicolau, os pastores destacam a necessidade de orar pelo ser humano como um todo, inserido no seu contexto social. Eles dizem: “Os nossos cultos de oração de paz continuarão! Trataremos com problemas de hoje – o apoio ao desempregado e esforços para integrar estrangeiros na nossa cidade – como tratamos com problemas no passado. As nossas intercessões e o nosso compromisso são tão necessários hoje como no passado, especialmente para as áreas críticas do mundo onde as novas guerras e os conflitos estouram constantemente”.
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No Brasil, talvez levados por um noticiário da mídia nacional que subestima tais fatos que exaltam a postura de uma igreja protestante num acontecimento tão importante mundialmente, os evangélicos perdem a oportunidade de espalhar esse testemunho para outras pessoas e, assim, atrair mais gente ao convívio cristão.

Na Alemanha, a igreja celebra e tem o reconhecimento da sociedade. E relembram que, além das orações, a palavra do Evangelho fez grande impacto até na vida daqueles que estavam ali para perseguir e reprimir o povo. Durante as reuniões semanais de orações pela paz que levaram o povo a derrubar o muro, com repercussões mundiais até o dia de hoje, as palavras de Jesus eram enfatizadas. Como conta o pastor da igreja, Reverendo C. Führer:

“Eu sempre apreciava que os membros da polícia secreta estavam ouvindo as bem-aventuranças bíblicas do Sermão do Monte cada segunda-feira. Onde mais eles ouviriam isso? Assim, muita gente e os membros infiltrados do governo ouviram o Evangelho de Jesus Cristo que eles não conheciam, em uma igreja onde eles não podiam fazer nada. Eles receberam as boas-novas de Jesus que disse: “abençoado são os pobres!” E não: só gente rica é feliz. Jesus disse: “ame os seus inimigos!” E não: Abaixo com o seu oponente. Jesus disse: “muitos que agora são primeiros, serão últimos!” E não: Tudo ficará sempre o mesmo. Jesus disse: “quem salvar a sua vida, a perderá; e seja quem for que perder a sua vida por amor de mim, a encontrará!” E não: Tome grande cuidado. Jesus disse: “você é o sal!” E não: Você é a nata.”

As orações da paz começaram o processo que levou o povo a derrubar o muro de Berlim. Deus estava nisso! Comente isso ainda hoje com seu colega de trabalho, escola, vizinho, familiar. Flores enfeitavam a igreja de dia e velas chamavam a atenção à noite. O povo, mesmo os não cristãos, se achegavam esperançosos e confiantes. A igreja orava. A mobilização espontânea confundia a repressão.

“O espírito de Jesus da não violência agarrou as massas e tornou-se um poder material, pacífico. As tropas e a polícia retiraram-se. O partido e a ditadura ideológica caíram. Como diz a Bíblia: “Ele destrona os poderosos e entroniza os débeis”; “Você terá sucesso, não pelo poder militar ou pela sua própria força, mas pelo meu espírito, diz o Senhor”. É o que experimentamos. Houve milhares nas igrejas. Centenas de milhares nas ruas em volta do centro da cidade. Mas nem uma janela de loja foi despedaçada. Isto foi a experiência incrível do poder da não violência”, relada o reverendo da Igreja de São Nicolau. O líder da Alemanha Oriental Sindermann não soube como reagir a velas e orações.

Fonte: Portas Abertas / Gospel+
Não Quero Ficar Ficando
12 de Novembro/Quinta feira

O namoro sempre existiu em diversas culturas através dos tempos. É a forma de duas pessoas se conhecerem melhor e, com mais intensidade, alguém com quem se pretende ter um relacionamento sério com vistas ao casamento. Mas, atualmente, para muitos jovens o namoro convencional perdeu status.

Não é de agora, por exemplo, que os jovens usam o termo “ficar”. A expressão surgiu na década de oitenta entre os adolescentes de 13 aos 17 anos que buscavam simplesmente o prazer sem qualquer perspectiva de compromisso. Ou seja, é um comportamento em que os jovens conversam, se beijam, se abraçam e até têm relação sexual, sem nenhuma responsabilidade pós-encontro. Não há nenhum vínculo emocional, afetivo,espiritual e, muito menos, trocas de endereço e telefone.

Autora:Alessandra de Oliveira

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