As Duas Pulgas
26 de Maio/Quinta Feira

Muitas instituições caíram e caem na armadilha das mudanças drásticas de coisas que não precisam de alteração, apenas aprimoramento. O que lembra a história de duas pulgas.

Elas estavam conversando e então uma comentou com a outra:

- Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar. Daí nossa chance de sobrevivência, quando somos percebidas pelo cachorro, é zero. É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas.

E elas contrataram uma mosca como consultora, entraram num programa de reengenharia de vôo e saíram voando. Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:

- Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele. Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam vôo rapidamente.

E elas contrataram o serviço de consultoria de uma abelha, que lhes ensinou a técnica do chega-suga-voa. Funcionou, mas não resolveu. A primeira pulga explicou por quê:

- Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito. Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez.

E um pernilongo lhes prestou uma consultoria para incrementar o tamanho do abdômen. Resolvido, mas por poucos minutos. Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar. Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha:

- Ué, vocês estão enormes! Fizeram plástica?

- Não, reengenharia. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI. Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento.

- E por que é que estão com cara de famintas?

- Isso é temporário. Já estamos fazendo consultoria com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar. E você?

- Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia.

Era verdade. A pulguinha estava viçosa e bem alimentada. Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer:

- Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em uma reengenharia?

- Quem disse que não? Pensei, sim! E fui conversar com a minha avó, que tinha a resposta na ponta da língua.

- E o quê ela disse?

- Não mude nada. Apenas sente no cocuruto do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança.

MORAL: Você não precisa de uma reengenharia radical para ser mais eficiente. Muitas vezes, a GRANDE MUDANÇA é uma simples questão de reposicionamento.


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A Violência
16 de Maio/ Segunda Feira



Fonte: http://jasielbotelho.blogspot.com

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O Capim!
12 de Maio/Quinta Feira

* Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
-Quantos rins nós temos? -Quatro! - Responde o aluno.
-Quatro? - Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos...
-Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala. - ordena o
professor a seu auxiliar.
-E para mim um cafezinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.

O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era,
entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais
conhecido como o 'Barão de Itararé'. Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
-O senhor me perguntou quantos rins 'nós temos'... 'Nós' temos quatro: dois meus e dois seus. 'Nós' é um pronome pessoal na 1ª pessoa do plural.
'Nós' é igual a EU+VOCE. Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.

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Operação "Mãos Limpas"
03 de Maio/Terça Feira

Uma das personagens mais intrigantes de William Shakespeare é Lady MacBeth.

Ao ouvir uma profecia que dizia que o seu marido se tornaria rei, ela o convenceu a assassinar o monarca então vigente.

Quando o ato sangrento foi levado a cabo, Macbeth ficou de consciência pesada. A esposa censurou a sua irritabilidade e ajudou-o a encobrir o crime.

O marido foi coroado rei. Mas isso não foi o fim da história. A resolução inicial de Lady MacBeth transformou-se em remorso. Ela tornou-se mentalmente instável e não conseguia parar de lavar as mãos. - Será que estas mãos nunca estarão limpas, perguntava ela. E a sua culpa acabou por levá-la ao suicídio.



A culpa é uma emoção que nos verga sempre que atravessamos uma fronteira moral.

Todos nós somos capazes de nos sentirmos culpados, quando violamos a lei de Deus escrita nos nossos corações (Leia Romanos 2:14-15).

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Feliz Páscoa para todos!
26 de Abril/Terça Feira



Fonte: http://jasielbotelho.blogspot.com

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Quadros Mudados
18 de Abril/Segunda Feira

De andar e ver me cansei
A vida me ensinou
Finda agora a busca que amei, não quero mais a dor
Olhei bem dentro dos olhos das gentes e vi o que não queria 2x
Gente que vive sem que nem porque, velhos retratos em branco e preto
Querem ser felizes, um mundo
Novos retratos, quadros mudados
Vida multicor cintilando em neon
Fontes que jorram no coração
Melhor sem que se mude o coração.
Vi no meio da multidão pessoas que brilhavam
Refletiam como cristal o brilho de outra fonte
Gotas de luz salpicavam aqueles que cruzavam seus caminhos - 2x
Gente com uma razão pra seguir
Novos retratos, quadros mudados
Vida multicor cintilando em neon
Fontes que jorram no coração

Autor: Stênio Március

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Crianças de Grozni: Infância roubada
15 de Abril/Sexta Feira

Jornalista relata o dia-a-dia sofrido das crianças na Chechênia
por Fábio Varsano

O garoto Timur era chicoteado com um fio de metal com a ponta em brasa. Sua irmã, Liana, foi violentada aos 8 anos pelo tio, que manteve a rotina de estupros por mais seis anos até ser preso em flagrante. Adlan perdeu a fala desde que sua mãe começou a espancá-lo todos os dias. Os nomes foram trocados, mas os dramas são verídicos. Com histórias assim, a jornalista norueguesa Asne Seierstad, autora de O Livreiro de Cabul, compôs em seu novo livro, Crianças de Grozni, um retrato da tragédia que se abateu sobre a Chechênia a partir de 1994, quando a república tentou se separar da Rússia. Seguiram-se dois conflitos, que, somados, provocaram 300 mil mortes e deixaram pelo menos 25 mil órfãos.

Situada entre as montanhas do Cáucaso, na Ásia Central, a Chechênia era ocupada por tribos nômades até o século 14, quando grupos islâmicos fixaram residência por lá. Os primeiros embates com os russos ocorreram dois séculos depois, na época do czar Ivan IV, o Terrível. Em1859, o país foi anexado ao Império Russo. Focos de resistência surgiram logo após a Revolução Russa de 1917. Em 1944, Josef Stálin ordenou a deportação de 400 mil chechenos para a Sibéria e o Cazaquistão. O fim da União Soviética fez renascer o desejo de independência, decretada em 1991. A reação veio em 1994, em uma guerra de dois anos. Em 1999, Moscou começou outro conflito; em resposta, a resistência chechena se aproximou de grupos terroristas. Nessa escalada de violência, o ponto mais bárbaro foi o massacre de Beslan, em 2004, quando o resgate de 1200 vítimas tomadas reféns em uma escola na Ossétia do Norte terminou com 339 vítimas fatais. Destas, 186 eram crianças.


Entrevista

História – A Chechênia tem alguma chance de se tornar independente?

Asne Seierstad – Não acredito nisso. A Chechênia foi a primeira nação conquistada pelas forças do czar, em 1859, e a primeira e tentar abandonar a Rússia depois do fim da União Soviética. Acontece que, se a Rússia não quer, a independência é impossível. Estamos falando de uma nação de 1 milhão de pessoas lutando contra um estado de 150 milhões de habitantes. Além disso, a partir de 1996, a Chechênia até alcançou alguma independência, mas aí começou a tropeçar nos próprios conflitos internos. Depois do segundo conflito, em 1999, a população chechena se cansou de guerra. Hoje eles preferem uma vida estável à própria independência.

Mas, no plano religioso, a região não tem autonomia?
Sim, tem. Quando se trata de religião, Ramzan Kadyrov, o presidente checheno, faz o que bem entende. Ele chega ao ponto de colocar guardas armados em frente à universidade de Grozni, a capital, para impedir a entrada das estudantes que não estejam com o rosto inteiramente coberto por véus. Além disso, a censura à imprensa e as perseguições aos adversários do presidente são muito sérias, e o governo da Rússia faz vista grossa para o problema. Mesmo que se tornasse um estado totalmente independente, a Chechênia de hoje não seria uma democracia.


Fonte:http://historia.abril.com.br

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Carta de Wellington Menezes é Revelada
13 de Abril/Quarta Feira

Em nova carta, atirador tenta usar bullying para justificar massacre O Fantástico teve acesso às imagens feitas pela polícia na casa de Wellington na quinta-feira da tragédia. Em meio a muita sujeira, os policiais encontraram uma segunda carta deixada pelo assassino.

O programa “Fantástico”, de Rede Globo, divulgou, na noite deste domingo, uma nova carta, de quatro páginas, encontrada pela polícia na casa de Wellington Oliveira, que, na última quinta-feira, matou a tiros 12 estudantes da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo. Nela, ele tenta fugir da responsabilidade pelo massacre que cometeu. Ele abre o texto afirmando que não é o responsável por todas as mortes que ocorreriam, "embora meus dedos sejam os responsáveis por puxar o gatilho." Mais adiante escreve: "Cada vez que virem alguém se aproveitando da bondade ou da inocência de um ser, lembrem-se que esse tipo de pessoa foi responsavel por todas essas mortes, inclusive a minha."

Ele tenta usar o bullying, a perseguição que diz ter sofrido na escola, para justificar as mortes: "Muitas vezes aconteceu comigo de ser agredido por um grupo e todos os que estavam por perto debochavam, se divertiam com as humilhações que eu sofria, sem se importar com meus sentimentos".

O texto revelado pelo "Fantástico" cita o atentado de 11 de setembro de 2001 ao World Trade Center, em Nova York, e destaca que há sites na internet que ensinam como fazer bombas e como conseguir recursos para comprar munição e explosivos. Veja, no vídeo acima, parentes falando sobre as vítimas do massacre.

A professora de português Leila D'Angelo, que estava na sala onde começou a chacina, contou ao "Fantástico" que até hoje não entende por que Wellington Menezes de Oliveira não a matou:

— O que mais chamou minha atenção foi exatamente a disposição dele em matar as crianças. É horrível, mas seria óbvio: primeiro ele me mataria, até para eu não correr.

A professora diz ter feito cara feia quando Wellington entrou na classe, porque ele não tinha batido na porta. O assassino carregava uma bolsa de viagem:

— Eu olhei nos olhos dele, ele tava normal, tranquilo, não estava tremendo, nem nada. Ele foi entrando e, daqui a pouco, falou assim: "eu vim dar uma palestra". Aí eu virei para ele e falei: "como?" Quando eu falei isso, ele já abriu (a bolsa). Estava de costas, as crianças olhando, esperando para ver quem era. Todo mundo normal. Ele abriu a bolsa e com as duas mãos, ao mesmo tempo, pegou dois revólveres. Enquanto pegava os revólveres, ele falava assim: "vim dar um palestra” e já atirou.

A professora só se deu conta do que acontecia após o terceiro tiro disparado por Wellington. Naquele momento, disse Leila, o atirador matava a esmo, sem escolher as vítimas. Os alunos e a professora assistiram em desespero Wellington recarregar duas vezes as armas. Enquanto isso, Leila gritava para os alunos fugirem e ajudava a quem podia, já saindo da sala.

— Se eu ficasse ali, não iria ajudar em nada. Eu acabaria, talvez, levando um tiro ou vendo ele matar. Não poderia desarmá-lo, não poderia fazer nada. Então, só pensava : "tenho que salvar estas crianças". As que estavam perto de mim, eu puxava e descia. Era só isso que eu conseguia pensar.

Há 25 anos dando aulas, 16 deles na Escola Tasso da Silveira, Leila acredita que Wellington não teria conseguido entrar no prédio se não tivesse se identificado como ex-auno:

— Ele tinha ido (à escola) uma semana antes pegar o histórico. Naquele dia, foi na secretaria pegar o histórico e a grade estava fechada. Ele pediu para subir para falar com a professora. Todo mundo sabia que não tinha palestra aquele dia. A grade foi aberta porque ele era ex-aluno. Só por isso que ele conseguiu.

Em estado de choque, Leila diz que não está pronta para voltar à escola:

— Eu fico imaginando: como é que eu vou entrar naquela sala e olhar para aquelas crianças? Sei que eu preciso deles e eles precisam de mim. Afinal de contas, sou professora. Mas hoje não sou inteira, eu sou cacos. Eu vou juntar esses cacos em que eu me fiz e eu vou dar força pros meus alunos.

Fonte: Extra / Fantástico

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COLAGEM: Jonas - Lanterna dos afogados - Oração
12 de Abril/Terça Feira



Jonas 2

E orou Jonas ao SENHOR, seu Deus, das entranhas do peixe.

E disse: Na minha angústia clamei ao SENHOR, e ele me respondeu; do ventre do inferno gritei, e tu ouviste a minha voz.

Porque tu me lançaste no profundo, no coração dos mares, e a corrente das águas me cercou; todas as tuas ondas e as tuas vagas têm passado por cima de mim.

E eu disse: Lançado estou de diante dos teus olhos; todavia tornarei a ver o teu santo templo.

As águas me cercaram até à alma, o abismo me rodeou, e as algas se enrolaram na minha cabeça.

Eu desci até aos fundamentos dos montes; a terra me encerrou para sempre com os seus ferrolhos; mas tu fizeste subir a minha vida da perdição, ó SENHOR meu Deus.

Quando desfalecia em mim a minha alma, lembrei-me do SENHOR; e entrou a ti a minha oração, no teu santo templo.

Os que observam as falsas vaidades deixam a sua misericórdia.

Mas eu te oferecerei sacrifício com a voz do agradecimento; o que votei pagarei. Do SENHOR vem a salvação.




Fonte: http://ultimato.com.br/sites/marcosbotelho/

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Marcelo Tas diz ter Orgulho de Filha Lésbica.
11 de Abril/Segunda Feira

O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) voltou ao CQC, da Band, para se explicar sobre as declarações que fez na edição anterior do programa. Ele se explicou sobre as declarações contra negros e homossexuais, feitas no dia 28 de março, e acrescentou que aceitaria de bom grado os votos de homossexuais nas próximas eleições.

“Aí não tem problema nenhum”. Voto é muito bem vindo. É voto em macho”, disse o deputado, respondendo a pergunta do repórter Danilo Gentili sobre se aceitaria ser eleito por homossexuais.

No dia 28 de março, Bolsonaro participou do quadro “O povo quer saber”, em que responde a perguntas feitas pela população. Algumas das respostas trouxeram grande polêmica, especialmente a feita à cantora Preta Gil, em que disse que seu filho não namoraria uma negra porque não frequenta “um ambiente promíscuo”.

Ontem, Bolsonaro se explicou sobre o assunto. “A resposta não se encaixa na pergunta. Quero crer que não entendi a pergunta. Meu filho pode ficar com quem ele quiser, desde que não tenha o comportamento da Preta Gil”.

Nas demais respostas, o deputado confirmou as respostas dadas anteriormente. Disse que bateria no filho se o flagrasse fumando maconha, diz que seus filhos jamais seriam homossexuais porque “foram bem educados” e que é contra as cotas raciais. “Todos somos iguais perante a lei. Para mim, quem aceita vaga de cota assina embaixo que é incompetente”.

Em resposta às declarações e provocações do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) contra os homossexuais, o apresentador Marcelo Tas exibiu ontem uma foto de sua filha lésbica durante o programa "CQC - Custe o Que Custar", da TV Bandeirantes.

"(...) Eu gostaria de mostrar pro senhor, deputado Bolsonaro, uma foto, e que o senhor soubesse o seguinte: essa pessoa que está aqui comigo se chama Luiza, é minha filha, ela estuda Direito. Essa foto foi feita em Washington, onde ela vive hoje, ela ganhou uma bolsa pra ser bolsista da American University, é estagiária da OEA (Organização dos Estados Americanos), ela é gay e eu tenho muito orgulho de ser pai da Luiza. Tá certo deputado?", afirmou o apresentador (veja o vídeo, a partir dos 12min25).

Com tal declaração, Marcelo Tas rebate uma das pérolas mais preconceituosas já ditas pelo deputado Jair Bolsonaro. "Qual pai tem orgulho de um filho gay, de um filho lésbica?", questionou.

O programa "CQC" mostrou ainda a reportagem sem edição na qual o deputado critica a possibilidade de seu filho namorar uma negra. Em sua defesa, Jair Bolsonaro afirmou que confundiu a palavra "negra" com "homossexual".

"A justificativa dele [Jair Bolsonaro] é de ter se enganado, ao invés de negra ele teria ouvido homossexual, que são palavras muito similares: negro e homossexual", ironizou Rafinha Bastos. "O grande problema é o seguinte, infelizmente tendo feito essa colocação sobre a sexualidade não é crime. A homofobia ainda não leva esse cara para a cadeia, o racismo sim, então ele encontrou uma brecha legal", completou.

Por fim, Marcelo Tas voltou a ressaltar a importância de se respeitar as diferenças. "Conviver com as pessoas, amor, respeito não depende de orientação sexual nem de raça", declarou.


Assista a participação de Bolsonaro, na íntegra:



Fonte: http://www.ogalileo.com.br
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No Sul, Noivos se Casam na Igreja como 'Shrek'
06 de Abril/Quarta Feira

Diocese de Caxias emite nota em que censura os noivos e o frei que realizou a cerimônia religiosa inspirada no filme

Denise e Marcelo subiram ao altar vestidos de princesa Fiona e Shrek - Alessandro Veronese Mânico / Especial

O casamento da cabeleireira Denise Flores, 30 anos, e do dono de estofaria Marcelo Basso, 39 anos, ocorrido em Garibaldi há duas semanas, recebeu uma censura oficial do bispo da diocese de Caxias, dom Paulo Moretto.

O prelado criticou o fato de o casal, autorizado pelo frei Antoninho Pasqualon, ter se casado vestido de Fiona e da versão príncipe de Shrek e incentivado os convidados a se fantasiarem com base nos personagens dos filmes de animação do famoso ogro.

"Quem nunca sonhou com um cavaleiro ou ser um cavaleiro, montado num cavalo branco e armadura reluzente em busca de sua cara-metade? Então! Por que não tornar esse sonho em realidade?". A frase escrita por Denise foi entregue aos 600 convidados do seu casamento junto a um convite no estilo medieval.

A realização do sonho gerou críticas de católicos à diocese de Caxias do Sul, que reagiu em nota oficial censurando o frei que abriu a Igreja Matriz de Garibaldi a um casamento fora dos padrões tradicionais. A cerimônia no dia 12 foi planejada por mais de um ano para que todos os detalhes tivessem uma explicação.

—A gente resgatou um sonho de todos os convidados, cada um se identificou com os personagens assim como eu me identifico com o significado da Fiona, que é princesa, mas tem atitude e personalidade forte —explica a noiva.

Para poder entrar na igreja com uma coroa dourada e um vestido medieval, vendo no altar um príncipe, reis, rainhas e princesas dos contos de fadas, Denise precisou de quatro conversas embasadas na história para convencer o frei Antoninho Pasqualon a realizar a cerimônia.

—O casamento foi baseado na versão clássica da história, na Idade Média, que foi quando a Igreja teve mais poder. Eu convenci o frei lembrando do mandamento que diz para amar a Deus sobre todas as coisas. O meu sonho era me casar onde fui batizada —diz.

A cabeleireira lamentou a posição da diocese.

—Quero que as pessoas da Diocese de Caxias do Sul sentem para nos ouvir, porque eles não fizeram isso. Só ouviram os críticos —diz a noiva.



Informações Zero Hora

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O Senhor do Tempo
31 de Março/Quinta Feira


Composição : Stênio Március

Mestre, me veja menino
Deixa-me correr com Teus pequeninos
Mestre, de rosto amigável, de sorriso largo, de sereno olhar
Eu fui a Ti criança e me recebeste de braços abertos
Que estranha distância agora
Senhor, lembra do menino que eu fui outrora

Mestre, lembro que eu buscava
E me derramava, choro adolescente
Lembro daquele caderno onde eu anotava minhas orações
Jovem busquei a Ti, o refúgio certo para um moço aflito
Que estranha distância agora
Senhor, lembra do rapaz que eu fui outrora

Mestre, estou bem mais velho
E o amor que eu tinha, onde foi parar?
Mestre, fala a esse homem, que se emocione, vá recomeçar
Faz-me correr e assim retornar ligeiro ao primeiro amor
Deixa-me ver novamente o meu nome
Escrito nas santas mãos do Senhor do Tempo

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Mara Maravilha fala não pra 'Devassa'
29 de Março/Terça Feira

Mara Maravilha está entre as famosas que foram sugeridas ao publicitário Aaron Sutton, que assinou a campanha de Sandy da cerveja Devassa, para ser a próxima garota-propaganda.

"Me sugeriram Rita Cadillac, Geisy Arruda, Gretchen, Ariadna e a Mara Maravilha", revelou Aaron Sutton, completando que procura uma devassa que tenha um lado certinha.

“De antemão já estou avisando pro inferno rachar: a minha resposta é não”, disse a cantora gospel.

“O diabo já me comprou muito, já me convenceu muito, mas agora nem vem que não tem!”, completou.

Confira o vídeo gravado no programa da Rede Super:

1

Fonte: http://www.ogalileo.com.br

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O pinocchio gospel cai de nariz na Bola de Neve
25 de Março/Sexta Feira

Após confessar que deu centenas de testemunhos falsos em eventos e DVD’s , Davi Silva retorna ao púlpito.


Em 2010, A Casa de David produziu um vídeo com a confissão das inúmeras mentiras e simulações de David Silva. Até aquela data, David era tido como grande profeta por muita gente. Eram famosas as aparições angelicais invisíveis em suas palestras. De outras vezes, anjos mais marotos lhe davam dedadas durante as suas concorridas ministraçõ€s.

Para a tristeza e a decepção dos que acreditavam nos fenômenos sobrenaturais e milagres vinculados ao seu ministério, o próprio David confessou que mentia: As dedadas deviam ser um desejo reprimido e o resto era mentira mesmo.

No mesmo vídeo, David se comprometeu a permanecer na casa de David debaixo da autoridade de Mike Shea, quando iria, uma a uma, apontar as, mentiras ditas nos DVDs comercializados pelo ministério.

Veja o depoimento

Ademais, cumpriria disciplina, antes de voltar ao púlpito. Não sei o que incluia esta disciplina, mas estava meio óbvio que os anjos iriam dar um tempo na sua vida.

Até este ponto, apesar da obviedade de todo o episódio para alguns, que nunca acreditaram nestas bobagens, o pecado é da nossa natureza e a medida foi a melhor dentro das circunstancias.

Não sou fã da “teologia” da Casa de David, mas reconheço que o seu pastor seria bom avaliador do arrependimento de David em relação à esta síndrome que o levava a mentir compulsivamente de maneira a obter atenção de super ungido, fosse para a sua vaidade, fosse para o lucro pessoal.

Mas acima de tudo, estava atento à promessa feita por David de indicar em cada uns dos vídeos comercializados pela Casa de David aquilo que era mentira. Afinal, centenas de milhares seguiam iludidos e mereciam satisfação.

Superada esta etapa de observação e aprendizado, caberia ao mesmo pastor cogitar a volta de David ao púlpito e ao público vir a aceitar, ou não, seus testemunhos e ministrações. E que fique claro: assim decidiram David e Mike.

Passados alguns meses, Sr. Mike Shea solta um comunicado dando conta da saída de Sr. David Silva da Casa de David, visto que o mesmo se recusou a cumprir aquilo que prometeu.

Diante disto, menos de seis meses após o episódio, qual igreja teria a coragem de colocar no púlpito um mentiroso confesso, pego no ato, que negou a disciplina, que negou apontar as suas próprias mentiras e cuja especialidade era INVENTAR MILAGRES, FALSEAR A AÇÃO DO ESPIRITO SANTO, SIMULAR A APARIÇÃO DE ANJOS INIVISIVEIS E VENDER TESTEMUNHOS DE VIDA FALSOS?

Quem aceitaria este homem no pulpito?

A BOLA DE NEVE CHURCH

David Silva está na Bola de Neve de Londrina, Paraná.

Anjos cutucadores era só o que faltava na Bola.

Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com


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Que Fim Levou? Os óculos de Lampião
22 de Março/Terça Feira

Cangaceiro os usava para esconder a cegueira em um dos olhos
por Betina Moura

Nos primeiros dias de agosto de 1925, o bando de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião (1898-1938), fazia uma de suas muitas incursões pelo sertão pernambucano. Os cangaceiros foram surpreendidos por agentes do governo e começou um tiroteio. Um dos membros, Livino – o irmão mais novo de Lampião –, foi atingido. O líder reagiu. No confronto, um soldado atirou em um cacto e a bala da escopeta fez com que um espinho fosse parar no olho direito de Lampião.

Livino acabou morrendo. Lampião, levado à cidade de Triunfo, perto do campo de batalha, foi atendido por um médico que retirou o espinho, mas não conseguiu salvar o olho do cangaceiro. Resultado: ele ficou cego de um olho. “O bom humor o impedia de esconder o problema, e ele brincava dizendo que não adiantava nada ter dois olhos, pois é preciso fechar um deles para atirar”, diz o pesquisador Antonio Amaury Correa de Araújo, autor de dez livros sobre a história do cangaço. O incidente transformou o cangaceiro em canhoto – ao menos na hora de atirar –, mas não atrapalhou sua fama de justiceiro. E o levou a usar óculos até o fim da vida. “Os óculos, que aparecem em quase todas as fotos, escondiam a deficiência de quem não a conhecia e protegiam os olhos do sol escaldante do sertão”, diz Antonio. Há notícia de pelo menos três óculos diferentes – sobre um deles há a história, nunca confirmada, de que os aros eram de ouro.

Dois dos óculos de Lampião, simples, redondos, de aro comum, foram deixados por ele nas casas de pessoas que o abrigaram durante o chamado “ciclo de Pernambuco”, antes de os cangaceiros cruzarem o rio São Francisco em direção à Bahia, em agosto de 1928. Há cerca de oito anos foram doados por essas pessoas à Casa de Cultura de Serra Talhada, em Pernambuco, onde se encontram até hoje.

Sobre os óculos que usava quando morreu, tudo indica que foram entregues para a polícia de Alagoas, que expôs as cabeças dos cangaceiros mortos após dizimar o grupo de Lampião numa emboscada na gruta do Angico, em Poço Redondo, Sergipe. No ataque-supresa, 11 cangaceiros foram mortos – entre eles, Lampião e sua mulher, Maria Bonita. A própria polícia promoveu a rapinagem do tesouro do bando. Ficaram com eles jóias, dinheiro, perfumes e tudo o mais que tivesse valor – inclusive os óculos.

por Betina Moura

Fonte: http://historia.abril.com.br

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Pastor Japonês Fala sobre Tragédia
17 de Março/Quinta Feira


Faça um blogueiO pastor Iraquitan Tunoda que morou 12 anos no Japão tem parentes na província de Chiba-ken, região que foi atingida pelo tsunami. Ele está apreensivo pois a esposa que é japonesa e mora em João Pessoa, Yoshie Tunoda, tem duas irmãs na localidade. “Não temos notícias delas. Acreditamos que possam estar vivas, mas é difícil. A região onde moram e trabalham foi totalmente destruída”, relatou. A família já tentou contato por telefone e pela internet, mas não teve êxito.

Segundo o pastor Iraquitan, cerca de 17 mil brasileiros vivem na província Chiba-ken. A maioria trabalha em um estaleiro que fica na região. Ele contou que a população tem mais medo do tsunami do que terremoto. “Assim que ocorre um terremoto de grandes proporções, sirenes ensurdecedoras alertam a população sobre o risco de tsunami. Também todos os meios de comunicação informam do risco e a polícia coloca viaturas nas ruas para orientar a população. Quando morei no Japão vi vários alertas, mas nenhum teve a proporção do que aconteceu”, contou Tunoda.

A esposa de Iraquitan ainda bastante abalada precisou ser medicada. As três filhas pequenas do casal, duas delas nascidas no Japão, ficaram bastante abaladas com a tragédia. “Elas choram muito e lamentam a possível perda de amigos e parentes”, disse Iraquitan Tunoda. Iraquitan contou que que de madrugada recebeu um telefonema falando do terremoto. “Ainda de madrugada recebeu um telefonema de um amigo que está no Japão pedindo orações porque houve um intenso terremoto. Na ocasião, não tinha dimensão da tragédia. Tomei conhecimento quando estava em um fila do Detran e vi as imagens pela TV. Foi muito triste”, narrou.

Olinda Muranaka e Geraldo Santos também têm parentes no Japão. No início da noite de ontem, eles conseguiram se comunicar pela internet com a irmã de Muranaka. “Ela contou que o abalo foi muito forte e o susto provocado pelo terremoto foi muito intenso. Ainda estão assustados, mas estão bem”, contou Muranaka que ainda não recebeu notícias de um outro irmão e de vários primos. Eles moram na região montanhosa na região de Tóquio.

Quem tiver familiares ou amigos no Japão pode obter informações através da embaixada brasileira pelo e-mail comunidade@abrasemb.or.jp ou pelo telefone 00 XX 81 3 3404 5211. A preferência é que o contato seja feito por e-mail, para evitar congestionamento na linha.

O site da embaixada é http://www.brasemb.or.jp.

Informações Jornal da Paraíba / ClickPB ro feliz comente

Fonte: http://www.ogalileo.com.br Related Posts with Thumbnails
Com Meus Própios óculos
15 de Março/Terça Feira

Um velho carpinteiro ficou encarregado de construir alguns engradados para as roupas que a sua igreja estava enviando para um orfanato na China.

No caminho de volta para casa, colocou a mão no bolso da camisa para pegar os seus óculos, mas eles tinham sumido. Quando repassou mentalmente as suas ações anteriores, percebeu o que acontecera: eles tinham caído dentro de uma das caixas, que à esta hora já estavam num caminhão à caminho do porto.

Era uma época difícil, ele estava sem dinheiro para adquirir óculos novos, e ficou muito constrangido com o fato, pois, já havia doado seu tempo e seus talentos em favor daquele orfanato. De certa forma, sentiu-se injustiçado, mas, logo superou isso, pois, Deus o abençou, fazendo que um amigo suprisse a sua necessidade.

Vários meses depois, o diretor daquele orfanato voltou ao seu país e quis visitar todas as igrejas que o apoiaram na China.

Quando veio à igreja daquele carpinteiro, o homem agradeceu as pessoas daquela comunidade por sua generosidade em apoiar o orfanato. E, retirando os óculos do rosto, ele disse:
- Mas, acima de tudo, eu tenho que lhes agradecer por estes óculos que vocês enviaram. Alguns soldados comunistas tinham passado pelo orfanato e destruído tudo, inclusive meus óculos. Eu estava desesperado. Mesmo se tivesse dinheiro, simplesmente não havia como comprar óculos novos. Além de não poder enxergar bem, tinha enxaqueca todos os dias. Meus auxiliares e eu decidimos orar sobre isto. Foi então que os seus engradados chegaram e recebemos este par de óculos. Era como se eles tivessem sido feitos sob medida para mim! Eu quero lhes agradecer muito por eles. Deus os abençoe.

Os membros daquela comunidade não tinham a menor idéia de como aqueles óculos foram parar lá. O velho carpinteiro sorriu, mas não contou nada para ninguém. Até o dia de hoje.

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Fim de Tarde No Portão
14 de Março/Segunda Feira

Fim de tarde no portão
A cabeça branca ao relento
Teimosia de paixão
Faz das cinzas renascer alento

Na estrada o seu olhar
Procurando um vulto conhecido
Espera um dia abraçar
Quem diziam já estar perdido

O seu amor é tão forte
Mais que o inferno e a morte
São torrentes que arrebentam o chão
Mais fácil secar os mares
Apagar a estrela antares
Que arrancar o amor de seu coração
Fim de tarde se debruça no portão

Mas um dia aconteceu
E o moço retornou mendigo
O pai depressa correu
E abraçou o filho tão querido

Tragam roupas e o anel
Calçem logo os seus pés, milagre!
Vinho do melhor tonel
Tanta alegria em mim não cabe

O seu amor é tão forte.....
Fim de tarde está deserto o portão

Composição: Stênio Március

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A moda de ir à praia começou como recomendação médica
12 de Março/Sábado

por Álvaro Silva

Até 1810 ninguém tomava banho de mar no Brasil. Mulher nenhuma se esticava na areia de biquíni fio dental até torrar como um camarão. Não tinha futebol ainda e muito menos futebol de areia. Não tinha surf, nem rodinhas de banhistas descansando sob guarda-sóis. Ninguém considerava costumeiro nem civilizado lagartear na areia até 1810. Mas, naquele ano, o rei dom João VI faria um mergulho na Praia do Caju, hoje um lugar degradado na zona portuária do Rio de Janeiro. O monarca estava com a perna infeccionada por causa de um carrapato e seguia orientações médicas. Sem querer, ele inaugurou o costume que hoje lota as praias de banhistas e vendedores de queijo coalho.

Na França e na Grã-Bretanha, distintas senhoras já tomavam seus banhos para curar doenças físicas e até psíquicas. As teorias sobre o benefício do banho de mar eram a última palavra na medicina da Europa. E foi lá que os desesperados médicos de dom João foram buscar a receita para curar o rei que vivia no Brasil havia dois anos.

A idéia de que a água – sobretudo a água salgada do Canal da Mancha – era um santo remédio veio de uma teoria do médico e religioso inglês John Floyer nos primeiros anos do século 18. Além de criticar a igreja por modernizar a cerimônia do batismo (que virara um mero espirro de gotas na testa), o doutor Floyer acreditava que o mar tinha poderes milagrosos até para paralíticos. Sua obra inaugural, a História do Banho Frio, foi publicada em dois volumes, em 1701 e 1702. Mas a corrida às praias na Europa começou mesmo meio século mais tarde, em 1749, quando outro inglês, o doutor Richard Frewin, descreveu a primeira cura por banho de mar.

Sessenta anos depois, havia no Velho Continente uma enxurrada de publicações de métodos para o tratamento marinho. Os médicos de dom João decidiram tentar. E a receita deu certo: o monarca curou-se. Com o sucesso, os banhos atraíram a corte portuguesa alojada no país. Logo surgiram as primeiras casas de banhos terapêuticos, que ofereciam aos banhistas piscinas com água do mar e locais para se trocar e guardar as roupas. Em um anúncio de 2 de dezembro de 1811, do jornal A Gazeta do Rio de Janeiro, uma casa de banho oferecia seus serviços por 320 réis, o dobro do preço de um ingresso do Circo Olímpico, o principal da cidade.

Do barril ao topless
Pegar praia dava cadeia até a década de 20

Barril inaugural

O traje de banho usado em 1810 por dom João VI não era nada convencional nem mesmo para a época. O rei de Portugal tinha medo dos caranguejos e só aceitou entrar na água dentro de um barril. O recipiente que lhe serviu de roupa tinha o fundo tapado. Na lateral havia um pequeno buraco, por onde a água entrava. Conforme as exigências do monarca, apenas suas pernas podiam ser molhadas.

É Proibido Ver

A preocupação do governo e dos banhistas com a falta de pudor nas praias era enorme. Inicialmente, as senhoras banhavam-se de madrugada, para não serem vistas. Contra os moleques que as importunavam, as casas de banho colocavam em suas paredes avisos como este: “É expressamente proibido fazer furos nestas cabines à verruma ou pena, os encontrados nessa prática devendo ser entregues à ação da polícia”.

Hora do banho

Em 1917, o prefeito carioca Amaro de Brito regulamentou os horários de praia. De 1º de abril a 30 de novembro, podia-se entrar na água das 6h às 9h e das 16h às 19h. No verão, das 5h às 8h e das 17h às 19h. Quem fosse pego em outros horários era punido com multa ou cinco dias de cadeia.

Olha o maiô aí

A liberdade de freqüentar a praia sem a perseguição da polícia começou com os esportes aquáticos. Em 1880, aconteceram as primeiras regatas, por influência inglesa. A primeira mulher a vestir um maiô de peça inteira, colado ao corpo, foi a campeã olímpica Annette Kellerman, na Olimpíada de Estocolmo, em 1912.

Jânio e o biquíni

Em 1946, o francês Louis Reard chocou o mundo ao mostrar dançarinas de cabaré com o umbigo à mostra, vestidas apenas com a sua invenção, o biquíni. Quinze anos depois, a polêmica chegou ao Brasil: o biquíni foi proibido nas praias nacionais pelo pacote moralista do presidente Jânio Quadros, que vetou também corridas de cavalo, rinhas de galo e o lança-perfume. Mas a moda já tinha pego por aqui fazia tempo.

Topless na cadeia
Em 1964, a novidade foi o monoquíni (ou “topless”), que foi criticado pela Igreja mas apoiado por Roberto Carlos em músicas como “Eu sou fã do monoquíni”. Apesar do lobby do rei, o traje ainda é polêmica. Em 2000, depois de tirar a parte de cima do biquíni na praia do Recreio, a carioca Rosimeri Costa foi presa por 20 policiais.

Por: Álvaro Silva
Fonte: http://historia.abril.com.br

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Espectadora Xinga Pastor da Record Ao Vivo por Telefone
10 de Março/Quinta Feira

Uma espectadora, tão logo entrou no ar, ao vivo, resolveu criticar a programação da Record e soltou um xingamento. Constrangido, o pastor disse que anotaria o nome dela para fazer uma oração.

Volta e meia as atrações que se arriscam a colocar espectadores ao vivo por telefone enfrentam algum imprevisto. Na madrugada de sexta (11) para sábado (12) desta semana foi a vez de um pastor, que apresentava um dos programas religiosos da Igreja Universal do Reino de Deus, ouvir o que não devia.



Fonte:http://www.ogalileo.com.br

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