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Qual foi a primeira foto tirada do espaço?
31 de Julho/Sábado

Nada da Terra azul e cheia de cores que tão bem conhecemos - mesmo sem nunca termos visto de verdade -, a primeira imagem registrada de nosso planeta do espaço foi esta fotografia em branco e preto e granulada. Tirada em 24 de outubro de 1946, foi produzida por uma câmera de cinema acoplada a um míssil V2 lançado da base de White Sands no Novo México, Estados Unidos. Várias fotografias foram capturadas a 65 milhas de altitude, ou cerca de 104 km. A câmera registrava uma foto a cada 1,5 segundo.

Ela caiu no solo terrestre a uma velocidade de 500 km por hora. Dela mesmo não sobrou nada, somente o filme que era protegido por aço. Uma equipe de busca localizou os restos no deserto e as fotos foram projetadas para um grupo de cientistas e soldados na base. Os mais de 100 Km atingidos pelo V2 pode parecer pouco se comparado a um foguete que viaja à Lua, mas já é considerado altitude de espaço. Antes dele, as fotos mais distantes da Terra vinham do balão Explorer II, feitas a pouco mais de 20 km da superfície, mas que já foram suficientes para visualizar a curvatura do planeta.

Fonte: http://revistagalileu.globo.com

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Informação na veia
13 de Julho/Terça Feira




Fonte: http://colunas.galileu.globo.com/segundosdesabedoria

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Sacoleiros do mundo, atenção
04 de Julho/Domingo




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Rock'n Roll, baby
10 de Junho/Quinta Feira



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3D pode fazer mal à visão?
26 de Maio/Quarta Feira

Espectadores vão ao cinema na espera de curtir um bom filme com uma infinidade de imagens saltando da tela. Mas, no lugar da satisfação que isso deveria causar, alguns sentem uma tremenda dor de cabeça e náuseas insuportáveis. Já aconteceu com você? Não se preocupe, várias pessoas já passaram pelo mesmo problema. O elevado número de pessoas reclamando de incômodos deste tipo tem feito alguns pesquisadores começarem a investigar os efeitos dos filmes 3D na visão.

De 2% a 3% das pessoas não enxergam filmes 3D.

Mas por que, afinal, há o incômodo relacionado às imagens em 3D? Ao olhar uma imagem em três dimensões na tela do cinema, o que você vê, na verdade, são duas imagens um pouco deslocadas horizontalmente uma da outra - o filtro nas lentes dos óculos faz com que cada olho capte uma delas. O cérebro une essas duas imagens em uma só, gerando a noção de profundidade. O mecanismo é o mesmo no dia a dia: os olhos se movimentam dentro da cavidade ocular. Eles vão um pouco para dentro ou para fora e as retinas se adaptam para que a mesma imagem esteja no centro. A isso chamamos de convergência - é esse o processo que nos dá a noção de profundidade.

A diferença entre a tela do cinema e a vida real, é que, quando observam objetos reais, seus olhos também se acomodam a uma diferença de foco, já que as imagens estão de fato a distâncias diferentes. No 3D essa distância é falsa - os objetos estão todos no mesmo plano, na tela. Por isso, pesquisadores acreditam que algumas pessoas podem ter problemas de ajustamento entre a acomodação e a convergência dos olhos.

“Os espectadores têm de focar a uma distância (aquela entre a tela e os olhos), mas convergir a outra (aquela em que os objetos 3D parecem estar). Isso deve ser a causa do desconforto. No 3D, a ligação natural entre convergência e acomodação está quebrada”, disse à Technology Review o professor optometria da Universidade da Califórnia, Martin Banks. Ele e sua equipe trabalham no desenvolvimento de um equipamento capaz de resolver esse problema. Esperam restaurar a defasagem com uma lente diante dos olhos que focaria os objetos da tela antes deles chegarem à retina.

Sobre a possibilidade de danos permanentes, o oftamologista e professor da Unifesp Augusto Paranhos tranquiliza. “A rigor, não existe nenhum distúrbio definitivo por assistir 3D demais. O que existe é um mal-estar momentâneo, que vai levar a pessoa a se sentir indisposta e parar de assistir”, diz. O desconforto, em sua opinião, funcionaria como uma espécie de proteção contra danos. “Não acredito que alguém vá continuar insistindo em algo que cause náuseas e dores de cabeça. A pessoa vai se sentir mal e parar de assistir 3D. O próprio mal-estar acaba limitando as conseqüências”.

Paranhos cita outras três situações em que o mal estar pode ocorrer e alguns passos que você deve seguir antes de se preocupar.

1) Se você estiver mal posicionado no cinema (ou diante do televisor), as imagens chegam aos seus olhos em um ângulo desfavorável. Troque de lugar.

2) Se você mudar de lugar e não adiantar, existe a possibilidade de o 3D ser mal feito. As imagens relativas ao olho esquerdo e ao olho direito devem estar levemente deslocadas horizontalmente uma da outra. Se houver qualquer tipo de desvio vertical, por menor que seja, seus olhos terão dificuldades de adaptação e você se sentirá mal. Desista do filme.

3) Se todo filme que assiste causar-lhe mal estar, talvez você tenha um probleminha de convergência nos olhos. Somente neste caso é preciso procurar um oftalmologista.

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Quem casa quer casar
21 de Maio/Sexta Feira



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Mãe velha, bebê gordo
13 de Maio/Quinta Feira



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Os melhores e piores locais para ser mãe
06 de Maio/Quinta Feira

O melhor lugar do mundo para ser mãe é a Noruega e o pior, o Afeganistão. É isso o que diz o 11º Índice Anual das Mães, publicado nesta terça-feira (4/05) pela ONG Save the Children. No total, foram avaliados 160 países, com 43 nações desenvolvidas e 117 em desenvolvimento.

O Brasil está em 58º no ranking, ou 13º entre os países considerados menos desenvolvidos na questão. Ficamos à frente de África do Sul, mas atrás de Chile e Colômbia.O Índice é publicado junto com o Relatório da Save the Children sobre o Estado das Mães do Mundo para 2010, que examina as condições e os riscos que as mulheres têm em seus países para criar os filhos.

O Índice baseia-se numa análise de indicadores da saúde e do bem-estar das mulheres e das crianças, com informações sobre o acesso das mães ao ensino, a oportunidades económicas e a cuidados de saúde materno-infantil. O índice pretende avaliar onde há melhores possibilidades de as mães e filhos sobreviverem e desenvolverem-se.

Os 10 melhores lugares, de acordo com a ONG, são:

1.Noruega
2. Austrália
3. Islândia
4. Suécia
5. Dinamarca
6. Nova Zelândia
7. Finlândia
8. Países Baixos
9. Bélgica
10. Alemanha.

Já os 10 piores são, por ordem do índice mais baixo:

160. Afeganistão
159. Níger
158 .Chade
157. Guiné-Bissau
156. Iemen
155. República Democrática do Congo
154. Mali
153. Sudão
152. Eritreia
151. Guiné Equatorial.

Exemplos do que acontece nos piores países são citados no relatório, como o fato de que, no Níger, uma mulher em cada sete morre durante a gravidez ou parto. O risco é de uma em cada oito no Afeganistão e em Serra Leoa. Na Bósnia-Herzegovina, na Grécia e na Itália, o risco de morte materna é de menos de 1 em 25.000, sendo na Irlanda de menos de 1 em 47.600.

Outros fatos assustadores mostrados no relatório:

• Em Angola, no Chade, na República Democrática do Congo e na Somália, uma criança em cinco não chega a atingir o seu quinto aniversário. No Afeganistão, uma criança em cada quatro morre antes dos 5 anos de idade. Em Moçambique, a proporção é de uma em cada 7 criancas.


• No Afeganistão, Jordânia, Líbano, Marrocos, Omã, Paquistão, Síria e Iémen, as mulheres ganham 25 centavos ou menos por cada dólar recebido pelos homens. Na mesma relação, as sauditas e palestinas ganham apenas 16 e 12 centavos, respectivamente.

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O menino que domou o vento
19 de Novembro/Quinta Feira

Uma seca terrível no ano 2000 deixou grande parte da população do Malauí em situação desesperadora. Com as colheitas reduzidas drasticamente, as pessoas começaram a passar fome. "Meus familiares e vizinhos foram forçados a cavar o chão pra achar raízes, cascas de banana ou qualquer outra coisa pra forrar o estômago", diz Kamkwamba. A miséria o impediu de continuar na escola, que exigia a taxa anual de US$ 80. Se seguisse a lógica que vitima muitos rapazes na mesma situação, o destino dele estava definido: "Se você não está na escola, vai virar um fazendeiro. E um fazendeiro não controla a própria vida; ele depende do sol e da chuva, do preço da semente e do fertilizante", diz Kamkwamba.

Para escapar dessa sentença, começou a frequentar uma biblioteca comunitária a 2 km de sua casa. No meio de três estantes com livros doados pelo Reino Unido, EUA, Zâmbia e Zimbábue, Kamkwamba encontrou obras de ciências. Em particular, duas de física. A primeira explicava como funcionam motores e geradores. "Eu não entendia inglês muito bem, então associava palavras e imagens e aprendi física básica." O outro livro se chamava Usando Energia, tinha moinhos na capa e afirmava que eles podiam bombear água e gerar eletricidade. "Bombear um poço significava irrigar, e meu pai podia ter duas colheitas por ano. Nunca mais passaríamos fome! Então decidi construir um daqueles moinhos."

Você está fumando muita maconha. Tá ficando maluco." Era isso que Kamkwamba ouvia enquanto carregava sucata e canos para seu projeto. "Não consegui encontrar todas as peças para uma bomba d'água, então passei a produzir um moinho que gerasse eletricidade." Seu primo Geoffrey e seu amigo Gilbert o ajudaram, e após dois meses as pás giravam. O gerador era um dínamo de bicicleta que produzia 12 volts, suficientes para acender uma lâmpada. As pessoas próximas a ele só acreditaram em sua conquista quando ele ligou um rádio, que na hora tocou reggae nacional. "Fiquei muito feliz. Finalmente as pessoas reconheceram que eu não estava louco."

"Conseguimos energia para quatro lâmpadas, e as pessoas começaram a vir carregar seus celulares", diz. No Malauí, a companhia telefônica se recusou a fornecer infraestrutura para as vilas, e as empresas de celulares chegaram com torres de transmissão e baratearam os aparelhos. Por isso, hoje há mais de um milhão de aparelhos celulares no país, uma média de oito para cada cem habitantes.

A história chegou aos ouvidos do diretor da ONG que mantinha a biblioteca. Ele trouxe a imprensa, e o menino foi destaque no jornal local. E daí alcançou o diretor do programa TEDGlobal, uma organização que divulga ideias criativas e inovadoras que convidou Kamkwamba para uma conferência na Tanzânia. O jovem aumentou o primeiro moinho para 12 metros de altura e construiu outro que bombeia água para irrigação. "Agora posso ler à noite, e minha família pode irrigar a plantação", diz.

Depois de cinco anos, com ajuda daqueles que descobriram sua história, Kamkwamba voltou à escola. Passou por duas instituições no Malauí, estudou durante as férias no Reino Unido e agora cursa o segundo ano da African Leadership Academy, instituição em Johannesburgo que reúne estudantes de 42 países com o intuito de formar a próxima leva de líderes da África.

Apesar de não ter mudado em nada a sua humildade, o sucesso e as oportunidades de estudo tornaram mais ambiciosos os planos de Kamkuamba: "Quero voltar ao Malauí e botar energia barata e renovável nas vilas. E implementar bombas d'água em todas as cidades. Em vez de esperar o governo trazer a eletricidade, vamos construir moinhos de vento e fazê-la nós mesmos".

Fonte:Revista Galileu

Quando a dificuldade vir ao nosso encontro, possamos fazer dela uma arma de vitória para os sonhos de Deus em nossas vidas.

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