Na tarde da convocação de Dunga à Seleção Brasileira para a Copa 2010, pelo menos sete jogadores declaradamente evangélicos foram escalados: Daniel Alves, Felipe Melo, Gilberto Silva, Kaká, Lúcio, Luisão e Luís Fabiano.
O meia Kaká e o atacante Luís Fabiano aproveitaram para agradecer a Deus no twitter.
“Alegria , alegria. Obrigado meu Deus”, disse Luís Fabiano, conhecido como “Fabuloso”, que já atuou pelo São Paulo e hoje é jogador do Sevilla, na Espanha.
Kaká, que no Brasil também jogou no time tricolor paulista, e hoje é meio-campista do Real Madrid, clube espanhol, expressou: “Glória a Deus!! Que alegria e privilégio de uma convocaçao para a Copa do Mundo / Tks Lord , big honour can play another World Cup [Obrigado Senhor, grande honra poder jogar outra Copa do Mundo] Estou vivendo muito mais do que pedi ou pensei!!”.
A Copa do Mundo começa em Junho na Africa do Sul, o Brasil é um dos favoritos. Este ano a Fifa, entidade máxima do futebol, proibiu toda e qualquer manifestação religiosa em campo, hoje os jogadores utilizam as entrevistas e a internet para falar de sua fé e Deus.
Namoro é um contato social do caráter afetuoso e cordial entre um rapaz e uma moça com o propósito deliberado de possível união matrimonial no futuro. Esse contato, porém, tem limites aconselhados e determinados pela ética evangélica mais do que pela moral comum, que é excessivamente indulgente. As intimidades excessivas e inconvenientes não só desvirtuam os princípios evangélicos como acarretam, por isso mesmo, sérios prejuízos de ordem moral e espiritual, tanto para a moça como para o rapaz. A jovem amorosa, romântica e sedenta de carinho corre grande risco ao consentir que o namorado ou noivado lhe proporcione carícias só permitidas aos casados. E a razão é óbvia.
O rapaz crente, uma vez estimulado pela indulgência ou passividade da namorada, pode ser levado a extremos que não desejaria nem mais pensaria chegar. Uma concessão hoje e outra amanhã pode levar ambos a uma situação de onde talvez não se possa mais recuar e em que só a moça terá desvantagens e prejuízos sem fim. É principalmente à moça, portanto, que cabe, marcar o limite das intimidades que o rapaz deve ter com ela. Ele a respeitará se ela se mostrar digna, porque a ama e a quer por esposa; ou a desprezará- se ela se revelar fácil e estimulá-lo a intimidades inconvenientes e pouco decorosas. Um rapaz estava noivo com uma jovem de bom caráter. Certa vez, conversando com ela, a sós, deixou-se arrebatar no decurso das intimidades e tentou ousadamente fazer-lhe carícias em zona altamente pudenda do corpo.
Reagindo imediatamente, ela lhe disse: "Não, querido! Isso, não! Gosto muito de você e quero-o para meu esposo, mas não posso permitir tal coisa. Tenha paciência. Espere para quando formos casados." E ele me disse: "Pedi-lhe desculpas e me corrigi. E se eu já lhe devotava grande admiração, fiquei, daí por diante, admirando-a muito mais, pois ela cresceu moralmente aos meus olhos". Toda jovem namorada ou noiva (principalmente esta) jamais deve olvidar a tremenda força extintiva de sua biologia, ou de sua sexualidade. O instinto materno está sempre presente e é fortemente atuante na mulher, principalmente na jovem. Por isso, levando em conta os dados científicos fornecidos pela ginecologia, pela biologia, a genética e a psiquiatria sobre a intensidade do instinto sexual feminino que só difere a intensidade do instinto masculino quanto ao caráter ou á natureza. Portanto, é mister estar a moça de sobreaviso contra os impulsos de sua feminilidade, contra as naturais solicitações e surpreendentes insídias do seu determinismo biológico.
Qualquer descontrole dessas quase incoercíveis forças do instinto sexual feminino, discreta e cuidadosamente enclausuradas no ergástulo secreto da religião, da moral e da dignidade pessoal, pode acarretar o desmoronamento de castelos dourados e de sonhos de felicidade matrimonial por tanto tempo acalentados. Em face do exposto, não se esqueçam disto as nossas jovens: quanto mais concessões faz a namorada ou noiva ao seu bem amado, julgando que assim o cativa cada vez mais, tanto menos confiança ele deposita nela porque menos digna ela resiste aos excessos e limita as intimidades ao conveniente e decoroso. E a razão é que ele vê nela uma mulher digna de confiança em matéria de amor e a desejará para esposa.
Ele veio a mim Procurando por frutos, veio a mim Estendeu Sua mão Percorreu minhas folhas, meus ramos Nada encontrou Foi tão triste mas nada encontrou Mal podia acreditar O sol bateu e eu me escondi A chuva em mim e eu me encolhi Terra boa nas minhas raízes Mas eu não frutifiquei De que me vale tantas folhas Vistoso verde, inútil e belo E agora o que é que eu vou dizer Tive tudo e nada fiz
Ele me falou Eu retorno na próxima estação Abandona o egoísmo Ninguém é o fim de si mesmo Olha ao teu redor Tanta gente faminta ao teu redor Alimenta a multidão Senhor eu vou me expor ao sol Às chuvas quero me entregar Nunca mais assim inutilmente Ocupar o meu lugar Eu vou fincar minhas raízes As águas puras procurar Quero carregada me encurvar Com meus frutos Te adorar
Na tarde de ontem, o culto estava em um volume consideravelmente menor do que o registrado até semana passada. A intimação deve ocorrer ainda nesta semana.
Em liminar deferida na última quinta-feira (6), o juiz Marcelo Telles Maciel Sampaio, da 2ª Vara Cível da Comarca de Petrópolis, determinou que, para continuar suas atividades, a igreja precisa do certificado de aprovação do Corpo de Bombeiros e de um revestimento acústico em seu salão para voltar a realizar os seus cultos. Além da queixa de moradores vizinhos em relação ao barulho provocado pela igreja, a liminar atendeu à indicação do Corpo de Bombeiros de que o local não está prevenido contra incêndios e pânico.
Fiéis da Igreja Mundial do Poder de Deus – Templo dos Milagres já demonstram preocupação com o possível fechamento da igreja. Como a decisão judicial já foi noticiada pela imprensa, frequentadores já sabem dos riscos e sugerem a diminuição do volume dos cultos e eventos para que a igreja continue com suas atividades.
“Você viu no jornal de sábado? Estão implicando com a igreja por causa do barulho. Acho que se abaixarem um pouco o som, eles não vão fechar a igreja. É só abaixar um pouco. No Centro, existem outras igrejas evangélicas e ninguém implica com elas”, argumentou uma senhora que saía do culto na tarde de ontem.
Procurado mais uma vez pelo Diário de Petrópolis, o responsável pela Igreja Mundial do Poder de Deus – Templo dos Milagres, pastor Omar da Silva Ribeiro, não foi encontrado. Já o pastor auxiliar Valmir de Souza afirmou que a Igreja não irá se pronunciar sobre a liminar enquanto não for intimada.
Ação foi movida pelo Ministério Público:
O autor da ação civil pública foi o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), através da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Petrópolis (Promotoria de Justiça do Meio Ambiente). O promotor de Justiça Paulo Valim frisou que a ação busca o equilíbrio entre “a liberdade de culto, a segurança dos fiéis e a proteção contra a poluição sonora”. Ele argumentou que a ação não tem qualquer caráter de perseguição religiosa, já que também busca a segurança dos fiéis da Igreja Mundial do Poder de Deus – Templo dos Milagres.
Enquanto digito a conclusão deste livro, meus pensamentos acabaram de sofrer um novo impacto. Minha esposa e eu voltamos há pouco de uma viagem de emergência para ver meu pai. Ele está muito doente. Sofre da doença Lou Gehrig (Esclerose Lateral Amiotrófica), que ataca os músculos e para a qual não se conhece cura, nem a sua origem. Fomos chamados para ir vê-lo sem saber se iríamos encontrá-lo vivo ao chegarmos. Mas ele estava vivo e ainda continua vivendo. "Todavia, embora tivesse melhorado bastante, nós sabemos (e ele também) que, a não ser pela intervenção divina, o tempo de sua partida está próximo.
Meu pai é um homem de grande fé. Um professor apto e um líder influente. Ele jamais deixou qualquer dúvida quanto à sua posição sobre Deus. Suas primeiras palavras para nós, quando fomos vê-lo na unidade de terapia intensiva foram: "Estou pronto para ir para o céu. Penso que chegou a minha hora".
Quando a doença foi diagnosticada, minha mulher e eu nos encontrávamos nos últimos estágios dos preparativos para trabalhar como missionários na cidade do Rio de janeiro, no Brasil. Quando soube que meu pai tinha uma doença terminal, escrevi-lhe oferecendo para mudar meus planos e ficar com ele. Mas imediatamente me respondeu, dizendo: "Não se preocupe comigo. Não temo a morte nem a eternidade. Vá... agrade a Ele".
A vida de meu pai é um exemplo de um coração derretido no fogo de Deus, formado em sua bigorna e usado em sua vinha. Ele sabia e sabe, qual o propósito de sua vida. Numa sociedade de dúvidas e confusão, a vida dele sempre foi definida.
Uma passagem pela bigorna de Deus deve fazer isso por nós: esclarecer nossa missão e definir nosso propósito.
Quando uma ferramenta emerge da bigorna do ferreiro, sabe-se perfeitamente para o que serve. Não há qualquer dúvida sobre a sua aplicação. Basta olhar para a ferramenta e você sabe na mesma hora qual a sua função. Se pegar um martelo, sabe que foi feito para bater pregos. A serra foi feita para cortar madeira. A chave de fenda serve para apertar parafusos.
Quando um ser humano sai da bigorna de Deus, o mesmo deveria acontecer. Ao sermos provados por Deus, nos lembramos que nossa função e tarefa é cuidar dos negócios dele; que nosso propósito é ser uma extensão da sua natureza, um embaixador de sua corte real e um arauto da sua mensagem. Devemos sair da oficina sem qualquer indagação sobre o motivo de termos sido feitos. Conhecemos nosso propósito.
Num mundo de confusão de identidade, de compromissos vacilantes e futuros incertos, vamos ser firmes em nosso papel. A sociedade precisa desesperadamente de um grupo de pessoas cuja tarefa seja clara e cuja determinação seja indiscutível.
Deus não escondeu sua vontade de seu povo. Nosso Mestre não brinca conosco. Sabemos quem somos. Sabemos para o que fomos feitos. Pode haver alguma pergunta de vez em quando sobre como e com quem devemos realizar a sua missão. Mas a verdade subjacente continua a mesma. Somos o povo de Deus e devemos cuidar dos seus negócios.
Se vivermos deste modo, poderemos, como meu pai, entrar nos últimos anos com a segurança de saber que a nossa vida foi bem gasta e que o céu está à nossa espera.
Em janeiro de 1981, visitei pela primeira vez a igreja do meu primo Israel. Fui muito bem recebido, e o pessoal me convidou para participar de um acampamento. Fiz minha inscrição, atraído pela novidade. Não podia imaginar o que me aguardava. Eu e a Rosana, minha irmã, pouco mais nova que eu, tivemos um ma-ra-vi-lho-so encontro com Jesus. Conversão pra valer. Era o dia 21 de janeiro de 1981, uma semana após o vestibular.
Um mês depois eu estava com 18 anos, fazendo Física na faculdade e convertido. Mudança radical. Confesso que no início foi muito difícil. A minha família pegou muito no meu pé por causa da fé que eu havia abraçado. Meus tios, aos poucos, foram se afastando de mim. Fiquei meio solitário na escola. Mas Deus me deu tranquilidade, e eu comecei a entender que a fé implica rejeições, não porque a gente queira ou comece a agir diferente, como “fanáticos”, creio que isso não aconteceu comigo. Mas o simples fato de dizer que agora Jesus é seu Senhor afasta as pessoas.
Fui crescendo na fé enquanto via Deus realizando uma obra fantástica em toda a minha família: a Rosana, que havia conhecido Jesus no mesmo acampamento em que eu, estava crescendo bastante na fé; depois foi a vez de o caçula, o Fernando, aceitar a Jesus na porta de casa, enquanto eu explicava para ele o filme Refúgio Secreto. Um tempo depois, foi a vez do Ricardo, após um culto na igreja.
Nessa época eu já estava bem ligado nas coisas de Deus. Eu e a Rosana participávamos do conjunto da mocidade: eu, no vocal e na guitarra, ela, no vocal. Com esse grupo eu vi pela primeira vez uma música minha vencer um festival, com uma canção feita em parceria com o amigo Lívio Luciano.
Lembro-me, como se fosse hoje, da manhã de domingo em que conheci o Conjunto da MPC Goiânia. Eles foram à minha igreja cantar. O Israel, nessa época, cantava no grupo. Eu, que amava a música brasileira, fui deixando aos poucos o gosto de lado porque não conhecia esse tipo de som na igreja. Quando pintava alguma coisa, era uma bossa com suingue de japonês, duro, duro… Pra ficar ruim, tinha que melhorar muito… Mas, quando vi aquele conjunto cantando, percebi que era possível conciliar a brasilidade com a fé. Foi maravilhoso. Pouco tempo depois, eu estava cantando e tocando com o grupo, a convite da líder, Cláudia Barbosa. Quem diria… Três anos depois ela viria a ser minha mulher.
Com a MPC a música deslanchou. Nós éramos convidados a cantar em vários lugares: escolas, teatros, praças, jantares etc. Nessa época viajamos para Belo Horizonte para cuidar da música no acampamento da MPC. No grupo estávamos eu, Reny, Israel, Stives, Juninho Pimenta, Cláudia, Valéria, Zu, Gleide e Mônica. Não é por nada não, mas arrebentávamos no vocal…
Em 85, decidimos colocar nome no grupo. Passou a se chamar Expresso Luz. Introduzimos instrumentos como o baixo elétrico, a bateria e a percussão.
Em dezembro de 86, eu me casei com a Cláudia. Nessa época eu já era o secretário executivo da MPC Goiânia. Numa dessas viagens com o Expresso, para um acampamento em Ribeirão Preto, convidaram a gente pra gravar um disco. Ficamos malucos, sem acreditar. Gravação em 1987 era coisa de outro mundo…
Embarcamos para o Rio de Janeiro na camionete Veraneio do Tico (baterista do grupo). Ficamos na casa do Emanoel, da MPC do Rio, na Ilha do Governador. O estúdio era em Ricardo de Albuquerque, na Baixada Fluminense. Todo dia a gente encarava a Avenida Brasil na hora do rush. Teria sido uma experiência maravilhosa, se não fosse a crise por que passou o grupo logo depois da gravação. Por uma série de razões, metade dos integrantes saiu do Expresso, antes de a prensagem do disco ser concluída. Foram dias de muito sofrimento pra turma que ficou.
Em dezembro de 1996, fui convidado pela Igreja Presbiteriana de Brasília para trabalhar como missionário entre a juventude, o que traria muitas, muitíssimas, mudanças. Teria que deixar o Expresso, a MPC, a música, ou seja, o tripé no qual estava firmado todo o meu ministério. Era um preço alto, mas necessário para a minha sobrevivência e de minha família.
Carlinhos possui seis trabalhos solos gravados: “Terra” (1995), “Menino” (1999), “Mata do Tumbá” (2002), “Santa Louvação” (2003), “Siripequi – entre mangues e cerrados”, gravado em parceria com o músico capixaba Rogério Pinheiro, e “Flor do Cerrado” (2007), com o apoio cultural do Fundo de Arte e Cultura do Governo do Distrito Federal.
Em seus shows, Carlinhos Veiga (voz, violão e viola caipira) é acompanhado por sua banda, formada pelos músicos Cláudia Barbosa (flauta transversal e vocal), Eline Márcia (vocal), Marcus Moraes (violão), Enos Marcelino (acordeom), Pedro Veiga (baixo), Leo Barbosa e Ismael Rattis (percussões).
O próximo projeto de Carlinhos Veiga é a gravação de um DVD, a ser produzido em 2010 na cidade goiana de Pirenópolis.
"Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre." Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que esta sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras, a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém. Extraído do livro "O amor que acende a lua", de Rubem Alves.
Um ladrão roubou a Igreja Mundial do Poder de Deus, em Campinas, na manhã desta quinta-feira, mas, antes de anunciar o assalto, fez um pedido inusitado: pediu uma oração para o obreiro, auxiliar direto do pastor, que estava no local.
Após ter o pedido aceito, o ladrão anunciou o roubo e fugiu com R$ 15 da igreja, R$ 41 do obreiro, um aparelho de DVD e uma sacola com compras para o almoço.
“Era um rapaz jovem. Ele entrou e se sentou. Disse que queria uma oração. Então, eu o levei para perto do altar. Virei pra pegar o óleo pra fazer a unção sobre sua cabeça e quando voltei, ele estava com um capuz na cabeça e anunciou o assalto”, disse o obreiro Francisco Amaro, 56 anos, ao site "Cosmo On Line".
Mais um
Em Catanduva – SP , um ladrão foi surpreendido enquanto tentava furtar um cortador de gramas e um aparelho DVD de uma igreja.
O pastor N.F.G., 53 anos, acionou a polícia, após sua filha ter presenciado a ação do bandido, que além de não levar nada, deixou uma mochila com pertences.
Segundo relatos da vítima, ao entrar no salão da igreja, o homem, após arrombar uma porta, teria entrado no salão e passado a separar os objetos que pretendia furtar. A filha do pastor, cuja identidade não foi revelada, teria gritado dizendo que ia chamar a polícia. Assustado, o ladrão teria fugido sem levar nada, deixando para trás uma mochila com roupas, chinelo e um tênis.
Seu nome vem do latim rosa, que por sua vez procede do grego rhodon numa referencia a rodes, ilha coberta de rosas. A rosa foi qualificada como a “Rainha das flores” pela poetisa Safo no século VI a.C.
Toda mulher que é mãe é semelhante a uma a rosa, começa na questão de rainha, assim como a rosa é considerada a rainha das flores toda mãe é a Rainha do seu lar. Seja ela uma mulher que trabalhe fora ou uma dona de casa. O seu lar é seu castelo onde guarda seu maior tesouro a família.
Outra grande semelhança é a beleza da rosa com a beleza de uma mãe. Toda mãe é linda e não a nada tão lindo como ser mãe, é uma beleza rara como a das mais belas rosas. Nada se pode comparar a beleza de uma mãe ao lado dos filhos que ama.
A última grande semelhança são os espinhos que servem de proteção às rosas, pois as mães parecem espinhos quando se fala em proteção aos seus filhos. Se você quer ver uma mãe perder toda sua graciosidade se levante contra seus filhos.
Pois é, ser mãe se parece em muito como uma rosa. Eu desejo a vocês todas as mães as bênçãos e as promessas que a bíblia tem para cada um de nós e que vocês possam ter todo dia o carinho que receberam no dia de hoje.
Eu sou um amante da vida. A tal ponto de dia após dia se entregar mais e mais a Jesus pos ele me concedeu o direito de vida eterna mesmo eu não a merecendo. Amo a vida e sei que ela é um dom de Deus e por isto me posiciono totalmente contra ao aborto sendo ele em qualquer situação ou circunstancia. Só Deus tem o direito de dar e tirar a vida.
A bíblia mostra bem claro que antes de seus nascimentos ainda no ventre Deus já havia escolhido Jeremias e Paulo ("Antes do seu nascimento, quando você ainda estava na barriga da sua mãe, eu o escolhi e separei para que você fosse um profeta para as nações”. Jr 1.5; "Porém Deus, na sua graça, me escolheu antes mesmo de eu nascer e me chamou para servi-lo”. Gl 1.15).
João Batista pulou no ventre de sua mãe quando a voz de Maria, a mãe do Senhor, foi ouvida ("Quando ouvi você me cumprimentar, a criança ficou alegre e se mexeu dentro da minha barriga”. Lc 1.44). Obviamente, as crianças já no ventre têm uma identidade espiritual.
Você já fez um aborto? Onde quer que esteja agora, quero que você saiba que o perdão verdadeiro e a paz interior são possíveis, e que uma libertação do passado de grades pode ser experimentada. Deus é um Deus que perdoa e esquece: "Porém tu [és]... Deus perdoador, clemente e misericordioso, tardio em irar-te, e grande em bondade" (Neemias 9.17b). "Pois tu, SENHOR, és bom e compassivo; abundante em benignidade para com todos os que te invocam" (Salmo 86.5). "Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim, e dos teus pecados não me lembro" (Isaías 43.25).
Se quiser ter nova vida em Cristo, se quer conhecer a Deus, e se você sabe que é amada por Ele, sugerimos a seguinte oração:
Querido Deus, eu confesso o meu pecado. Meu aborto foi coisa errada e eu agora venho à Tua presença em busca de perdão e de purificação. Peço que não apenas me perdoes esse pecado, mas que me perdoes todos os pecados de minha vida. Eu aceito que Jesus Cristo é Deus, que Ele morreu na cruz para pagar a penalidade pelos meus pecados, que ressuscitou ao terceiro dia, e que está vivo hoje. Eu O recebo agora como meu Senhor e Salvador. Eu agora aceito o perdão que Tu providenciaste gratuitamente na cruz e que me prometeste na Bíblia. Torna o teu perdão real para mim. Eu peço isso em nome de Jesus. Amém.
No fim do século 18, após a Revolução Francesa, passou-se a acreditar que um país poderoso era aquele com muitos habitantes. Cada criança era um futuro soldado, trabalhador, contribuinte. Ser mãe era questão patriótica. O feto foi transformado em entidade autônoma pelas descobertas científicas e, à luz das necessidades políticas, em futuro cidadão, escreveu a jurista Giulia Galeotti, em História do Aborto. Isso se refletiu no Brasil do início do século 20. O papel da mulher é reconsiderado, por sua importância para projetos nacionais, diz Fabíola Rohden, do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Luiz Lima Vailati, doutor em História Social pela Universidade de São Paulo e professor da Fundação Armando Alvares Penteado, diz que, apesar da força da Igreja, o aborto sempre foi praticado. Sua prática cresceu inclusive no Brasil, mesmo no século 19, quando Estado e Igreja enfatizam a proteção do feto e aumentam a repressão ao procedimento. Na Inglaterra, famílias mais pobres recorriam a ele, e depois a classe média, para garantir um padrão de vida economicamente seguro.
A Itália fascista reprimiu o controle de natalidade a partir de 1926. Os nazistas estimularam a reprodução da "raça pura", enquanto tentavam impedir nascimentos entre os povos dominados. Em 1942, no gueto de Kovno, na Lituânia, um decreto condenou à morte todas as judias grávidas. O rabino Ephraim Oshry permitiu o aborto. Os judeus não aceitavam, mas o rabino podia autorizá-lo em casos extremos. Em 1936, 16 anos após a revolução bolchevique legalizá-la, a União Soviética de Stálin voltou a proibir a prática. Em 1943, na França, a parteira Marie-Louise Giraud foi guilhotinada por ter interrompido 26 gestações: o aborto era ameaça ao Estado.
As décadas seguintes à Segunda Guerra foram de revolução sexual, graças à pílula anticoncepcional. O feminismo, surgido no século 19, ganhou força. Nos anos 60, a prática virou bandeira do direito civil e muitos países o legalizaram. Os novos ventos sopraram até no Vaticano, e uma comissão convocada pelo papa João XXIII aprovou a pílula, que, no entanto, continuou proibida pela encíclica Humanae Vitae, de 1968. O interessante, diz Vailati, é que, a partir dos anos 60, Igreja e médicos substituíram argumentos religiosos por científicos.
No fim do século 20, o controle político do aborto evidenciou-se. Nos Estados Unidos, onde a lei varia entre os estados, as clínicas de aborto têm vidro blindado. Após a revolução de 1979, o aiatolá Khomeini proibiu a prática em qualquer situação no Irã (no Islã, é aceito até o quarto mês ou para salvar a mãe). A diferença entre o início da vida para alemães orientais e ocidentais obrigou a criação de uma lei sobre o aborto, para a unificação dos países, em 1990. Na China, que proíbe mais de um filho, a interrupção da gravidez é quase obrigatória.
Não creio que a discussão vá cessar, diz Giulia Galeotti. Mesmo o Juramento de Hipócrates ainda gera discussões: os favoráveis à prática atribuem sua condenação ao fato de o aborto, na época, oferecer mais riscos que o parto. Um debate interminável, como devia prever São Jerônimo (342-420). O homem que converteu ricas matronas romanas ao cristianismo não conseguiu deixá-las contra o aborto. Chocou-se ao ouvir delas: Todas as coisas são castas para os castos. A aprovação da minha consciência basta-me.
07 de Maio/Sexta Feira Religiosos, políticos e médicos debateram, condenaram ou defenderam o aborto ao longo dos séculos. Uma prática que nem os maiores tiranos nem os papas mais influentes conseguiram banir
Os livros que compõem a Política, de Aristóteles (384322 a.C.), um dos pilares da filosofia ocidental, discutem assuntos diversos: sociedade, educação, tipos de governo e interesses coletivos, como o crescimento excessivo da população. Sobre isso, o filósofo grego escreveu que "se deve fixar o número máximo de procriações e, se alguns casais forem férteis para além do limite, é necessário recorrer ao aborto". Décadas antes, Hipócrates (460377 a.C.), preocupado com o risco de morte das mulheres, no célebre Juramento (declarado até hoje por médicos formandos), disse: Nunca sugerirei a nenhuma mulher prescrições que a possam fazer abortar. Em Roma, o poeta Ovídio (43 a.C17 d.C.) carregava com tintas morais suas obras que tratavam do assunto: Se Vênus, grávida, tivesse maltratado Enéias no útero, a terra teria ficado sem os Césares. Enquanto a questão era discutida, as pessoas não esperavam a conclusão que até hoje não veio. Abortavam e seguiam com a vida.
Plínio, o Velho (2379 d.C), que julgava o aborto um desvio feminino que torna o ser humano inferior às bestas, listou em A História Natural diversas plantas abortivas. Por exemplo, o poejo, popular ainda em 1993. Chá de poejo, ou Pennyroyal Tea, é o título de uma música do Nirvana que fala de aborto. Desde a Pré-História, o homem tenta controlar o nascimento, mas o modo como encaramos o aborto mudou bastante ao longo dos séculos. Não era punido pela lei na sociedade grega, mas foi muito discutido por filósofos como peça-chave da pergunta que não quer calar há mais de 2 mil anos: quando começa a vida?
Naquela época, a gravidez só era confirmada ao primeiro movimento do bebê no útero. Aristóteles dizia que o aborto para fins de controle populacional deveria ser realizado antes do surgimento da alma, e que era necessário para evitar o abandono de crianças, corriqueiro na Grécia.
Abandonar, vender ou matar filhos inesperados era a solução para controlar o tamanho da família romana. Sorano de Éfeso, no século 2, defendia o aborto em caso de perigo à saúde da mãe, mas apenas prostitutas e mulheres livres do poder masculino eram independentes para abortar. Interromper a gravidez sem o consentimento do marido e privá-lo de um herdeiro era motivo de separação ou até de pena capital (depois do parto, para salvar o bebê). Os homens se opunham ao aborto porque ele feria o interesse masculino. No século 2, foi criminalizado, punido com o exílio.
O cristianismo, na Idade Média, mudou alguns aspectos na vida, mas não todos. "As insistentes condenações do aborto e da contracepção por parte do clero podem indicar a continuação dessas práticas", escreveu o historiador canadense Angus McLaren, em História da Contracepção. A Igreja fez do sexo um símbolo de moralidade. Mas Santo Agostinho (354-430) não considerava o aborto um assassinato, e sim uma perversão. Ele sustentava o pensamento aristotélico do início da vida no 40º dia a partir do primeiro sinal perceptível do bebê, no caso de meninos, e no 80º, nas meninas.
Esse conceito só seria derrubado no século 19. A influência da Igreja acaba provocando mudança de foco: não mais o homem e sim o feto devia ser protegido. No século 13, leis canônicas e civis fortaleceram a distinção entre feto com alma e sem alma, entre um homicídio e um crime menor. Mas, nesse debate entre Igreja e legisladores reais sobre o início da vida, faltava a ciência. A descoberta do óvulo, em 1827, transformou a idéia da concepção: agora, a vida começava na fecundação. Ao longo da Idade Moderna, aprendeu-se mais sobre a evolução do feto no útero. Essa percepção, ampliada com a obstetrícia, o estetoscópio, o raio X e o ultra-som, nos 300 anos seguintes, mudou o modo de médicos, políticos e religiosos lidarem com o tema. Mas as mulheres ainda tomavam medicamentos por conta própria e recorriam a parteiras.
No primeiro programa ‘Sem Pauta’ Thiago Crucciti entrevistou o Bispo Zé Bruno, que está firme com a Banda Resgate e o seu novo ministério - Casa na Rocha.
Zé Bruno falou sobre família, a banda, ministério pós-Renascer, CPI da Pedofilia, política, lazer, sonhos, projetos, música, Sony Music e o que realmente a Igreja deve se importar.
Num ambiente longe da Igreja, no estúdio de Dudu (tecladista da banda), em São Paulo/SP, o Bispo falou também da sua conversão, dos sentimentos dele em relação a Renascer em Cristo e, em primeira mão, deu ainda uma ‘palhinha’ da música de trabalho do novo álbum, Ainda não é o último, que sairá pela Sony Music.
Zé Bruno finalizou ainda com uma mensagem de incentivo a todos os que buscam viver o verdadeiro Evangelho de Cristo.
O melhor lugar do mundo para ser mãe é a Noruega e o pior, o Afeganistão. É isso o que diz o 11º Índice Anual das Mães, publicado nesta terça-feira (4/05) pela ONG Save the Children. No total, foram avaliados 160 países, com 43 nações desenvolvidas e 117 em desenvolvimento.
O Brasil está em 58º no ranking, ou 13º entre os países considerados menos desenvolvidos na questão. Ficamos à frente de África do Sul, mas atrás de Chile e Colômbia.O Índice é publicado junto com o Relatório da Save the Children sobre o Estado das Mães do Mundo para 2010, que examina as condições e os riscos que as mulheres têm em seus países para criar os filhos.
O Índice baseia-se numa análise de indicadores da saúde e do bem-estar das mulheres e das crianças, com informações sobre o acesso das mães ao ensino, a oportunidades económicas e a cuidados de saúde materno-infantil. O índice pretende avaliar onde há melhores possibilidades de as mães e filhos sobreviverem e desenvolverem-se.
Já os 10 piores são, por ordem do índice mais baixo:
160. Afeganistão 159. Níger 158 .Chade 157. Guiné-Bissau 156. Iemen 155. República Democrática do Congo 154. Mali 153. Sudão 152. Eritreia 151. Guiné Equatorial.
Exemplos do que acontece nos piores países são citados no relatório, como o fato de que, no Níger, uma mulher em cada sete morre durante a gravidez ou parto. O risco é de uma em cada oito no Afeganistão e em Serra Leoa. Na Bósnia-Herzegovina, na Grécia e na Itália, o risco de morte materna é de menos de 1 em 25.000, sendo na Irlanda de menos de 1 em 47.600.
Outros fatos assustadores mostrados no relatório:
• Em Angola, no Chade, na República Democrática do Congo e na Somália, uma criança em cinco não chega a atingir o seu quinto aniversário. No Afeganistão, uma criança em cada quatro morre antes dos 5 anos de idade. Em Moçambique, a proporção é de uma em cada 7 criancas.
• No Afeganistão, Jordânia, Líbano, Marrocos, Omã, Paquistão, Síria e Iémen, as mulheres ganham 25 centavos ou menos por cada dólar recebido pelos homens. Na mesma relação, as sauditas e palestinas ganham apenas 16 e 12 centavos, respectivamente.
Jovem advogado, récem formado, monta um escritório e enche-se de esperança para começar a carreira.
Quando quase tudo já está no lugar, logo nas primeiras horas do primeiro dia, entra um homem na sua sala de espera.
Como a porta entre os dois ambientes estava meio aberta, ele resolveu impressionar seu primeiro cliente.
Retirou o telefone do gancho, fingiu discar para alguém e começou a falar em voz alta: - Sim, senhor, pode ficar tranqüilo... não, não... nunca perdi uma ação. - Não, senhor, não é demorado. Vamos agilizar o processo. Conheço as pessoas certas.
E, assim, ele continuou por alguns minutos. Enquanto isso, com a mão direita espalmada para frente, fazia sinais ao seu cliente, pedindo-lhe que aguardasse um pouco.
Recolocou o telefone de volta na aparelho, dirigiu-se à recepção e perguntou: - Em que posso ajudá-lo, meu amigo? - Sou da companhia telefônica, respondeu o homem, vim ligar o telefone.
Se vocês gostam de super heróis concerteza conhecem uma pedra verde que deixa o homem mais forte do cinema e dos quadrinhos completamente arrasado e no chão. Se você pensou no superman e na kriptonita acertou.
Pois é o homem de aço que pega um míssil na mão, tem visão de calor, para tiros no peito e no mundo dos heróis dos quadrinhos não há ninguém mais forte do que ele. Quando esta diante da pedra verde de kriptonita fica sem as suas forças e quanto, mas perto da pedra, mas próximo da morte ele esta! Você deve esta se perguntando o que tudo isso tem haver com a minha vida de cristão, é que na nossa caminhada de vida cristã nós também enfrentamos a nossa kriptonita o pecado.
Não há nada pior para nós do que o pecado em qualquer uma de suas formas, ele nos afasta de Deus, nos faz ficar fracos e nos mata aos pouquinhos assim como a pedra verde faz com o homem de aço. Não quero aqui falar sobre os elementos teológicos do pecado, mas pode ter certeza meu irmão que na nossa caminhada para eterna glória com Cristo, vamos muita das vezes enfrentar o pecado.
Mas diferente do Superman a bíblia diz que o sangue de Jesus Cristo derramado na cruz nos limpa de todos os pecados. Então vamos dia após dia correr para os braços do nosso Cristo tentando ficar cada vez, mas distante da kriptonita cristã.